
Acabei de ler um texto antigo e excelente do Eduardo Carvalho, no Digestivo Cultural, sobre aventuras.
“Se alguém me perguntasse qual a utilidade de escalar, ou de se tentar escalar o pico mais alto do mundo, eu seria obrigado a responder ‘nenhuma’. Não há nenhum objetivo científico a ser alcançado; e simplesmente a satisfação do impulso de realização, o desejo indomável de ver o que jaz além, que sempre pulsa no coração do homem”.
Me lembrei de um livro de 1990, chamado Flow, que foi publicado no Brasil com um título ruim (Psicologia da Felicidade) e esquecido. Nos EUA é bestseller e comentado até hoje. Comprei uma edição paperback o ano passado quando estava por lá e adorei o livro, que fala sobre a “psicologia da experiência ótima”.
O autor de nome bem difícil (Mihaly Csikszentmihalyi), estuda o que são, e como funcionam as atividades que dão mais alegria ao ser humano. Varia de pessoa para pessoa, de país para país, de cultura para cultura. Mas a estrutura, o perfil da atividade e as sensações que trazem, são muito parecidas em todo o mundo.
Me animei a escrever um resumo, para despertar o interesse do pessoal. Em breve por aqui.


Parece interessante, Em breve volto pra ler.
abraço,