
Há algumas dias respondi a uma entrevista sobre o Kindle da Amazon, feita pelo André Miranda, do Segundo Caderno, do jornal carioca O Globo. A matéria saiu hoje.
Abaixo publico todas as perguntas e respostas, que dá um pouco da minha opinião sobre o aparelho da Amazon.
1. Quando, em que situação e por que você comprou o Kindle?
Comprei em abril-2008, quando fui aos EUA fazer um curso de marketing. Comprei porque queria conhecer como funciona. Sou amante de gadgets e principalmente por livros. Além disso minha empresa trabalha com informação digital – portais na internet e cursos online, por isso achei que valia a pena testar para conhecer mais sobre o produto, formato, modelo de negócios. Poderia sair daí boas idéias para minha empresa.
2. Você costuma comprar os livros digitais? Quantos já comprou? Poderia citar alguns exemplos?
Só comprei um livro digital até o momento, se chama Getting Real, da 37Signals. Já comprei audiobooks da Audible.com dos EUA e resumos de livros da Summary.com, também dos EUA. Agora estou comprando vários livros, para o Kindle. Além disso, o Kindle permite que eu transfira arquivos .DOC, .PDF e outros para o aparelho. Assim posso ler como se fosse impresso, sem gastar papel.
3. Antes do Kindle, você já tinha uma hábito forte de leitura? O Kindle mudou alguma coisa neste hábito?
Sim, sou apaixonado por livros, especialmente de negócios. Leio, e compro muitos livros. São uma fonte de inspiração e idéias. Além de me permitir, por um preço baixo, estar em contato com os maiores pensadores do mundo, de ontem e de hoje. Mudou um pouco, agora levo mais livros comigo, pesando menos rs…
4. Você acha que um aparelho como o kindle poderia pegar no Brasil? Poderia, talvez, incentivar as pessoas a lerem mais?
Acho que vai chegar sim, talvez demore um pouco, mas vai chegar. Sim, pode mudar muito, toda a indústria de livros. Pode criar uma nova “classe média de autores”, pode aproximar mais os leitores dos autores. Pode facilitar e acelerar a chegada de um livro ao mercado. Os preços hoje são ainda caros, apesar de custar menos que o livro impresso. A tendência é o aparelho ficar melhor e mais barato. E o preço dos livros (hoje custa no máximo US$ 9,99) deve baixar e muito. Muita gente vai querer dar o livro de graça.
5. Só para identificação: Você é natural de qual estado? E qual sua profissão ou ocupação?
Sou natural do Rio de Janeiro, tenho 30 anos. Fui criado em Laranjeiras e estudei no Colégio São Bento. Minha família trabalha com pecuária, graças a isso passei parte da minha infância e adolescência em Goiás, na fazenda. Em 1997 vim a Piracicaba estudar agronomia. Me formei em 2001 e desde então trabalho na AgriPoint, empresa que hoje sou sócio. Minha ocupação hoje é empreendedor. Desenvolvemos portais, cursos online e eventos em segmentos específicos do agronegócio – carne, leite, café e ovinos/caprinos.
Já escrevi dois outros posts, um explicando como comprar livros no Brasil e outro com uma análise mais completa sobre o Amazon Kindle.
Um detalhe legal (e meio nerd) é que tirei uma foto parecida com essa capa da Newsweek com o Jeff Bezos… Me diverti.
[Update] Para ir além, resenhas sobre o Kindle, de três amigos meus, que também têm um, e entenderam o negócio:

Um tema que tenho pensado bastante quando corro é a diferença de correr na chuva. O desafio fica maior e a recompensa, quando você volta, também é melhor. A sensação de conquista, depois de uma corrida na chuva, ou quando você vai correr cansado, ou quando sai de casa muito tarde é muito boa.
Acho que quando corremos na chuva, melhoramos em vários aspectos:
- aumentamos a resiliência
- melhoramos a resistência
- o descanso fica melhor
- você não se preocupa com o que os outros vão pensar (olha o louco correndo numa chuva dessas… rs…)
- sua determinação aumenta
- há uma sensação de lavar a alma
- tomar uma cerveja em casa depois é ainda mais gostoso
- sinto que vou bem na próxima corrida (a meia-maratona de São Paulo)
- fica mais claro que o que vale mesmo é correr
- você relaxa mais e pensa na vida
- também é muito bom para ter novas idéias
Tem até um blog que se chama Correndo na Chuva.
A descrição dele: “Correndo na chuva quer dizer muito mais do que literalmente correr debaixo de chuva. Significa ter determinação, garra e força de vontade para enfrentar seus desafios e ultrapassar obstáculos. Por isso, meu caro leitor, corra na chuva.”

A companhia aérea Virgin Atlantic está completando 25 anos. Apesar de conhecer pouco, admiro muito essa empresa. Ainda quero voar com a Virgin.
Por gosto, mesmo sem conhecer muito:
- alegria
- irreverência
- foco no consumidor e sua satisfação
- inovação
- querer ser a melhor e não a maior
Concordo com tudo. Admiro Richard Branson.
O anúncio de TV abaixo é simplesmente fantástico. Veja os detalhes, os lembretes dos anos 80, como a cena passa em câmera lenta e a cara dos homens babando. Muito bem feito.

Acabei de ler uma newsletter enviada pelo Ricardo Jordão, da BizRevolution. Muito interessante, cheia de dicas, de informações e textos provocativos.
O que mais gostei foi um resumo de como se preparar para uma reunião com o cliente. Achei muito válido e muito aplicável ao meu dia-a-dia, seja em reuniões face-a-face, ou em reuniões pelo telefone.
Veja as dicas e cheque se elas fazem sentido para você.
Dicas para você se preparar para uma Reunião com Cliente.
Uma reunião não começa quando você coloca o pé dentro da sala de reunião. Qualquer reunião deveria começar um ou dois dias antes da data prevista, quando você para por alguns instantes para estudar as questões que serão discutidas na reunião em questão.
Aqui vão algumas sugestões que podem ajudar você a evitar desconfortos e aproveitar oportunidades que deve surgir em uma reunião.
(A idéia aqui é você responder a essas questões ANTES da reunião)
1. Você já pensou nas diferentes maneiras a qual o seu cliente pode reagir a sua mensagem?
2. Quais são os desafios que o seu cliente está passando nesse momento? Como é o relacionamento do seu cliente com o chefe dele? Como é o relacionamento do seu cliente com os funcionários dele?
3. Você já fez uma lista das coisas que você não sabe a respeito do seu cliente e que você deseja saber? Se for a primeira reunião, você já procurou saber tudo que você deveria saber sobre essa pessoa?
4. Você estruturou a reunião de maneira a ter um diálogo real com o cliente?
5. Quais são as implicações racionais, políticas e emocionais da questão em questão?
6. Qualquer reunião tem sempre dois objetivos: ajudar o cliente com alguma questão e melhorar o relacionamento com ele. Como a agenda da reunião irá ajudar você a atingir esses objetivos?
7. Você se lembra dos comportamentos que deixam as pessoas confortáveis em uma reunião? Associações Positivas, Elogios, Similaridade, Familiaridade, Transparência e Provas?
8. Você está preparado para questionar as suas crenças e as crenças do cliente em relação as questões que serão colocadas na reunião?
9. Você tem uma agenda para a reunião? Você discutiu essa agenda com o cliente? Você está preparado para abandonar a agenda da reunião se o cliente preferir seguir em um caminho diferente?
10. Seja a primeira ou a centésima reunião com esse cliente, você está preparado para tratá-lo como se fosse um cliente novo? Você está levando Entusiasmo, Curiosidade e novas Idéias para a reunião?
Prepare-se. Esteja preparado. Viva Preparado.

John Spence enviou um email para todos de sua lista com um link para vídeo no youtube com os 6 pontos chaves para sobrevivência em 2009. A palavra sobrevivência é meio pesada, mas o clima nos EUA está realmente para sobrevivência. Gostei muito do material e acredito que também serve muito bem para quem quer ter muito sucesso em 2009, mesmo com a crise.
Os 6 pontos essenciais para sobrevivência em 2009 são:
- Mensure os indicadores chave de sucesso. Descubra quais são os 5-6 indicadores que mostram como seu negócio está indo. Número de vendas, faturamento, visitas a clientes, número de propostas, etc. Identifique quais são as medidas chave, e acompanhe de perto, diariamente. Não tenha 20-50 indicadores, mas apenas alguns poucos, quanto menos melhor, que mostrem realmente para onde você está indo. Procure colocar algum indicador de longo prazo também.
- Crie um plano focado de sobrevivência. A situação atual provavelmente vai tornar seu planejamento feito ano passado ou em 2007 obsoleto. Se reuna com sua equipe e revise os pontos principais do seu planejamento. Planeje para um período de 18 a 24 meses de vacas magras.
- Entenda seu consumidor, esteja na cabeça e na boca dele. Se aproxime ao máximo do seu cliente. Entenda o que ele precisa, o que ele valoriza. Faça pesquisas, online, por telefone ou pessoalmente. O importante (sempre é, mas agora se tornou fundamental) é saber exatamente o que ele valoriza, o que busca. E o que não gera valor. Só assim você vai conseguir entregar um produto ou serviço com o valor e o custo desejado. Além disso é preciso que o cliente te perceba como o “guru” da sua área. Assim, quando ele pensar em sua categoria de produto, você será o primeiro a ser lembrado.
- Seja profissionalmente agressivo. É preciso estar presente. É preciso oferecer seu produto. Não espere pelo cliente de uma forma passiva. A chave aqui é não passar do ponto. Não tente empurrar. O segredo, na minha opinião é combinar com o ponto 3. Assim você pode ser agressivo, mas na medida certa.
- Mantenha em sua equipe apenas quem é especial. Em tempos de crise, muitas vezes é preciso diminuir a equipe, cortar custos na carne. Revise individualmente seus colaboradores. Os que não forem realmente especiais, apaixonados, corte. Não é simpático, mas eu concordo com ele.
- Execução disciplinada. Foque em realizar. Não aumente demais seus planos, seus projetos. Faça. John cita quatro pontos que atrapalham a execução: falta de trabalho em equipe, cultura que aceita a mediocridade, economia em declínio (como agora) e principalmente incapacidade de mudar.
Assista ao vídeo, abaixo (são apenas 7 minutos, em inglês):
Gostei muito desse resumo do John Spence. Minha dúvida seria qual indicador de longo prazo escolher. Alguma dica? Vou perguntar para ele.
John é um especialista em gestão que conhecia há pouco tempo e que tenho admirado cada vez mais. É simples, explica o complicado e dá sugestões aplicáveis como fazer seu negócio chegar a excelência. Além disso é super atencioso, já me respondeu um email detalhando uma série de pontos que perguntei.
Já escrevi sobre ele em dois posts anteriores: Alguns toques e Alcançando a excelência. Conheça mais sobre ele, acessando o blog. Outra coisa legal é a lista de livros sugeridos.
Update em 28-janeiro: John me sugeriu satisfação do cliente como ponto chave de longo prazo. Faz sentido. Acho que usar o NPS é a melhor opção nesse caso.

Semana passada meu filho, Vicente, completou um ano de vida. E me lembrei desse CD infantil da Adriana Calcanhoto, com músicas e letras muito legais. Saiba mais sobre o CD aqui.
Ciranda da Bailarina
Adriana CalcanhottoComposição: Edu Lobo / Chico Buarque
Procurando bem
Todo mundo tem pereba
Marca de bexiga ou vacina
E tem piriri, tem lombriga,
tem ameba
Só a bailarina que não tem
E não tem coceira
Berruga nem frieira
Nem falta de maneira ela não tem
Futucando bem
Todo mundo tem piolho
Ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem
um irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem
Nem unha encardida
Nem dente com comida
Nem casca de ferida ela não tem
Não livra ninguém
Todo mundo tem remela
Quando acorda às seis da matina
Teve escarlatina
ou tem febre amarela
Só a bailarina que não tem
Medo de subir, gente
Medo de cair, gente
Medo de vertigem
Quem não tem
Confessando bem
Todo mundo faz pecado
Logo assim que a missa termina
Todo mundo tem
um primeiro namorado
Só a bailarina que não tem
Sujo atrás da orelha
Bigode de groselha
Calcinha um pouco velha
Ela não tem
O padre também
Pode até ficar vermelho
Se o vento levanta a batina
Reparando bem,
todo mundo tem pentelho
Só a bailarina que não tem
Sala sem mobília
Goteira na vasilha
Problema na família
Quem não tem
Procurando bem
Todo mundo tem
Para refletir sobre a vida e lembrar que não vale a pena tentar ser perfeito. Vale mesmo é ser você.
Assisti semana passada a um DVD produzido pelo IPLA e apresentado por Jorges Forbes, com o título Felicidade na clínica de Jacques Lacan. Fiz algumas anotações, bem no padrão neófito, que compartilho abaixo.
Tenho me interessado cada vez mais por psicologia e esse aprendizado tem me ajudado muito na busca por auto-conhecimento e qualidade de vida. DVDs como esse são, na minha opinião, uma excelente forma de aprender mais sobre o assunto. Uma aula com um especialista, que sabe muito do assunto e sabe apresentar. Como está gravado, você pode assistir onde e quando quiser.
Minhas anotações e meus comentários:
Em psicanálise se cria pouco, o principal é a recombinação. Não entendi :-)
Alguém recomendou a um jovem poeta: “Não comece falando sobre amor, sobre felicidade“. Falar sobre o amor é muito difícil, em especial se você não quer soar “água com açúcar”.
Quando o analisando diz “estou feliz”, já basta, disse Jacques Lacan, em uma palestra em Yale.
Ser normal é estar dentro da norma. Ou seja, é muito ruim ser normal (pelo menos para mim). Que alívio. :-)
Jorge Forbes indicou e citou mais de uma vez o livro Profanações, de Georgio Agambem, que quero comprar.
Felicidade é a capacidade de sentir magia. Acreditar que é possível criar magia. Por isso as crianças são, em geral, muito mais felizes que os adultos.
Amizade pode ser por prazer, por interesse ou por solidariedade.
Solidariedade é estar bem consigo mesmo.
Felicidade é possível se for disfarçada. Essa eu não entendi. :-)
O seu máximo é o mínimo para o outro. Uma bobagem. Nós somos uma bobagem. E é possível ser uma maravilha, sendo uma bobagem. Gostei dessa passagem, como isso acontece. O que é diferente, especial, único para você, para os outros isso quase não tem valor. Isso já aconteceu comigo muitas vezes. Há mais tempo achava estranho, ruim. Agora parece até um elogio.
A diferença e a excelência são solitárias. Quando você se destaca, você se separa dos outros, da multidão. Fica sozinho. E se não souber ficar sozinho, enlouquece. O fracasso é solidário, todo mundo te apóia.
Felicidade é suportar espaços vazios, silêncios e música clássica. Gostei dos dois primeiros pontos. O terceiro não entendi (deve ter sido uma piada, que só especialistas entendem rs..). Acredito que para ser feliz, você precisa se bastar, precisa conseguir viver e passar bem o tempo que tem consigo mesmo, sozinho. Pode ser um pouco egoísta, mas acho que é necessário.
Sair da relação de culpa e ir para a relação de responsabilidade. Essa eu também não entendi.
Ser consequente com seu dizer. Escuto isso da minha psicóloga sempre, mas confesso que ainda entendo pouco, sobre o real significado disso.
Felicidade, em francês, significa encontro (bonheur = boa hora).
Felicidade é suportar a surpresa e o acaso.
Comentário extra: Usei o bloco de notas do IPhone para anotar esses pontos, enquanto assistia ao DVD. Achei que valeu a pena. Estou usando cada vez mais o IPhone para coletar minhas idéias e impressões, a medida que vou pensando, vivento, nessa correria que é minha vida.

Acabei de descobrir que o João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat tem um blog e linkou para o meu. Puxa, fiquei bem satisfeito. Receber um link do cara que eu leio sempre na M&M, com admiração, não acontece todo dia. :-)
Entrei no blog dele e encontrei esse comentário sobre como a Fiat escuta seus clientes, feitolá na Campus Party (#cparty):
Monitoramos as conversas entre consumidores em redes como o Orkut. Nossa postura é não interferir diretamente nas discussões, mas assimilar as mensagens, opiniões, reclamações e dúvidas. Entendemos que essa é uma fonte muito rica de informações e é essencial desde o começo do desenvolvimento de um carro.
O processo de criação de um modelo demora de dois a quatro anos e envolve, pelo menos, um investimento de US$ 500 milhões. Se deixarmos para ouvir a opinião dos consumidores depois que o carro é lançado, será muito difícil voltar atrás e modificar o que não está agradando.

A Fiat é, na minha opinião, uma das empresas que melhor utilizam a internet nos dias de hoje. O conceito de ter um site super completo, mas que não vende diretamente (não tira o pedido), me parece muito acertado. Consegue informar e persuadir o cliente, sem gerar conflito no canal de distribuição principal (as revendas).
Gostei também da descrição do que ele espera fazer do blog dele. Uma bela descrição do que são as conversações pela internet hoje.
As “conversas de portão” são uma instituição em cidades pequenas como a que eu nasci. A partir de encontros casuais ou não, que às vezes duram dois minutos, mas também podem se estender pela tarde inteira, surgem bate-papos sempre descontraídos, antenados e divertidos. Eles são a chance de manter contato com os amigos, uma forma calorosa e simpática de ficar atualizado.
Me lembrei da palestra do Hugh Mcleod, também na #cparty, onde ele falou que na internet acontece a mesma coisa que na vida real. Por exemplo, busca por produtos, e troca de idéias e comentários sobre produtos, conceitos e opiniões.
Conheça o blog do Ciaco.
Você consegue entender o que significa um bilhão de dólares? Imagens podem te ajudar muito a explicar conceitos abstratos, distante de nossa realidade, como um bilhão de dólares.
A imagem abaixo, de um blog sobre apresentações, representa muito bem o que é um bilhão de dólares, de uma forma efetiva – mostrando “um bilhão”, ou seja, 10 milhões de notas de US$ 100.

Vou usar nas minhas palestras. Eu nunca tinha conseguido visualizar um bilhão. Gostei. Se você também gostou, acesse What is one billion dollar? | Empower Your Point.
Artigo do TechCrunch da semana passada informa que já passa de um bilhão de pessoas com acesso a internet no mundo. Segundo o mesmo artigo, o Brasil é o nono país com mais pessoas conectadas.
Interessante que os dois primeiros (China e EUA) estão muito na frente, seguidos pelo Japão, com menos da metade. Do quarto em diante (Alemanha) os números estão muito próximos.
Top 15 countries, by Internet population:
1. China: 179.7 million
2. United States: 163.3 million
3. Japan: 60.0 million
4. Germany: 37.0 million
5. United Kingdom: 36.7 million
6. France: 34.0 million
7. India: 32.1 million
8. Russia: 29.0 million
9. Brazil: 27.7 million
10. South Korea: 27.3 million
11. Canada: 21.8 million
12. Italy: 20.8 million
13. Spain: 17.9 million
14. Mexico: 12.5 million
15. Netherlands: 11.8 million
Interessante o dado, de que desde 2000, o acesso a internet no mundo, cresceu mais de 300%.
O artigo completo pode ser acessado em ComScore: Internet Population Passes One Billion. O blog Startupi também noticiou Somos 28 ou 45 milhões?.
Um mapa/gráfico do Seth Godin de como prosperar, conseguir bastante trabalho e ser feliz, avaliando apenas dois pontos: generosidade e tranquilidade.
Para ser amargo, amedrontado e sozinho, basta cuidar para ser muito egoísta e nervoso. Simples de falar/escrever, difícil de colocar em prática.

Talvez seja uma simplificação, mas vale o lembrete e a reflexão. A pergunta que não quer calar: quem é Jessica Hagy? :-)
A foto é um convite para conhecer as andanças fotográficas de Marcelo Carvalho, meu sócio na AgriPoint.
E um convite para ler o último artigo da Economist sobre a economia chinesa em 2009.
The obvious concern is that although heavy-handed government meddling may be more effective than market-based tools to pull an economy out of a deep downturn, it comes at a cost. Public investment will inevitably include some wasteful spending, and politically directed lending could add to excess capacity in some sectors and create new bad loans for banks.
Fonte: Strong as an ox?
Um comercial de TV, para relaxar, mostrando as diferenças entre homens e mulheres. Achei interessante a assinatura final da Heineken: “servindo o planeta”. A dica foi do Marcelo.
Momento Happy hour ! Vamos lá !
PS: Postado as 18:01h, de 22-01-2009. :-)

Participei do beta teste do novo livro do Ricardo Cavallini, ainda sem título definitivo. Terminei de ler o livro essa semana e gostei muito. Abaixo, a descrição do livro, pelo próprio Cava.
Por que as agências estão sempre mudando seus slogans? O que é comunicação integrada? Por que esta expressão se tornou tão relevante para o mercado de comunicação? Qual a diferença entre comunicação integrada e transmedia? O que é engajamento?
Não é novidade que as coisas mudaram e que o cenário atual é bem diferente de décadas atrás, mas onde estas e outras expressões que invadiram o mercado de comunicação se interligam e fazem sentido? São apenas palavras da moda ou refletem uma necessidade real de acompanhar as mudanças?
A proposta deste livro não é trazer verdades absolutas, fórmulas mágicas ou respostas definitivas, mas tentar explicar de maneira fácil e lógica todos estes conceitos.
Olhando passado e presente para analisar o que passou a ser relevante e o que deixou de ser. E mais, entender o que causou estas mudanças nos aponta um norte do que está por vir e o que será importante no futuro, um cenário em constante e rápida evolução.
Fonte: Procuro beta testers para meu novo livro, blog Coxa Creme.
Quando o livro for publicado, posto aqui minhas observações.

Acabei de ler o post 6 Things I Was Reminded of by Lance Armstrong, no blog Life Optimizer. Um resumo do livro Every Second Counts escrito pelo ciclista norte-americano, famoso por vencer sete vezes o Tour de France, depois de superar um problema sério de saúde (câncer).
As 6 lições de Lance Armstrong são:
- Trabalhe duro para o que você quer. Nada vem de graça. A dor e o cansaço são temporários.
- Desafie a você mesmo. Todo dia faça uma coisa que te assusta.
- Tenha metas. Para ter direção e significado.
- Confie em você mesmo. Não duvide do seu potencial. Acredite que você pode.
- Tenha foco. Muita gente perde a corrida antes da largada, pois está com a cabeça em outro lugar.
- Priorize. Se você quer alguma coisa, é preciso ir atrás. Para isso, muitas vezes é preciso abrir mão de outras opções.
Gostei muito do resumo e fiquei com vontade de ler algum dos livros dele. Concordo com todos os pontos. É um bom resumo de como ter sucesso. Me inspirou a me dedicar mais, nos negócios e nas corridas. Vamos lá.

Acabei de assistir uma palestra no Slideshare sobre como pensar visualmente. Gostei muito do material, da forma como apresentar. Acho que complementa muito bem o livro Presentation Zen (que já tenho). E me animou muito a comprar o livro The back of the Napkin.
Assista abaixo:
Os pontos que mais gostei:
- Use mapas mentais
- Os passos: 1-enfatize o mais importante, 2-memorize, 3-analise, 4-resuma, 5-visualize e 6-materialize
- é preciso usar imagens para informar + influenciar + inspirar
Com imagens você:
- conquista a atenção dos outros,
- aprende mais fácil e rápido,
- ajuda os outros a pensar por eles mesmos,
- conta histórias
Conselho final: não dá para aprender skate sem se ralar. :-)

Meu amigo Fernando Sampaio, vulgo Alma, publicou um ótimo e curto post sobre a carga tributária brasileira. A foto (acima) não poderia ilustrar melhor. Quem será que foi o gênio para inventar esse protesto.
Veja o que ele fala, com razão:
Não sei você, mas de vez em quando eu penso a sério em desobediência civil.
Vale a pena lembrar das mudanças que Ghandi fez na Índia, com a tal desobediência civil. E sem violência.
E continua:
Impostos escandinavos, serviços africanos… os males do Brasil.
Conheça e acesse Lumières: Carga Pesada. Nem sempre concordo com o que ele escreve, mas sempre admiro a qualidade da argumentação. Por exemplo, não concordo com a avaliação dele sobre o conflito em Gaza, mas me ajudou a ver um outro lado.
O ilustre, inteligente e sarcástico Hugh McLeod, vulgo Gapingvoid, virá palestrar na Campus Party 2009, em São Paulo, nessa terça-feira.
Será que ele vai falar isso, quando elogiarem o blog dele? :-)

Conheça mais em gapingvoid: “cartoons drawn on the back of business cards”.





