Nessa quarta-feira, 27 de maio, Ricardo Cavallini lança seu novo livro, chamado Onipresente. Cavallini é uma das minhas referências, de pessoas que entendem de marketing e de internet. Coisa rara. Vou tentar aparecer por lá para conhecê-lo pessoalmente.
O livro teve uma produção em formato inédito. Como em softwares, o Ricardo lançou uma versão beta. E eu fui um dos beta-testers. O blog dele, Coxa Creme, vale muito a leitura.
Lembre-se de quando você era criança. Um ótimo (e curto) vídeo que reforça o que é ser empreendedor. E relembra que qualquer um, inclusive você, pode empreender.
Assisti esse filme de 1 minuto e meio da Escola da Arte e Design Panamericana e gostei muito.
Me lembrei de algumas coisas interessantes, ligadas a criatividade.
- Você sabe desenhar? A Nancy Duarte me provou o contrário.
- Você consegue ver o que ningém está vendo, mesmo sendo quase óbvio?
- A criatividade, muitas vezes, é apenas olhar com outros olhos.
- Uma criança pode ver muito mais do que nós. Meu filho me ensinou isso.
Para terminar, uma frase citada por Tim O’Reilly, em palestra para o NY Times.
“The future is here. It’s just not evenly distributed yet”, William Gibson.

Tenho lido bastante ultimamente sobre essa longa discussão sobre o fim dos jornais, sobre blogueiros x jornalistas. Alguns comentários pessoais sobre esses temas.
Os jornais vão morrer. Não porque não sabem fazer notícias, mas porque estão no negócio errado. Ainda estão no negócio do papel/impressoras, da distribuição milionária (você já imaginou o trabalho que dá fazer chegar um jornal na sua casa as 06:00hs da matina todo dia?), do controle/monopólio da informação. O mundo hoje é outro (ler abaixo). Parece que nem a Wired percebe isso.
A notícia, a reportagem, o jornalismo vão crescer ainda mais. Um ótimo exemplo é o site Techcrunch. Era chamado de blog, não sei como definir um blog, um site, um portal. Os caras tê um staff relativamente grande e de excelente qualidade. Fazem conteúdo top, como ninguém na área deles. Vendem publicidade, fazem eventos. Têm uma comunidade de pessoas que acompanham e adoram o trabalho deles. Não sei o que vai acontecer com o negócio mídia, publicidade, etc. Eu apostaria que o Techcrunch vai continuar fazendo sucesso. Um novidade, os caras estão estudando lançar uma versão de kindle – ipod touch – netbook. Com a cara deles, e que vai funcionar animal (minha opinião). Enfim, é uma empresa antenada no que acontece hoje no mundo, não tapam o sol com peneira.
Jornalistas bons são raros. Tenho dado várias entrevistas sobre o Kindle. Acho que sou um dos poucos brasileiros que tem um, que escreve bastante sobre isso, logo muita gente me acha fazendo uma busca no google. Em várias entrevistas que dei a jornalistas, teoricamente especializados em tecnologia, as perguntas foram básicas demais. Se tivessem lido 1-2 posts que escrevi, teriam muito mais info do que obtiveram fazendo perguntas rasas. É claro, há exceções.
Jornalistas “top” ainda fazem a diferença. Ler uma Miriam Leitão, Dora Krammer, Noblat, faz a diferença. Eles entendem do assunto, têm acesso direto e livre com as pessoas mais importantes. Têm experiência. Com isso, conseguem produzir textos que valem a pena ler, mesmo quando temos pouquíssimo tempo (quase sempre). Meu hábito de ler jornal é cada vez mais restrito a ler as análises dos colunistas que gosto. Ler matérias e mais matérias que me parecem enche linguiça, escrito por alguém que entende pouco do assunto, não me satisfaz. Talvez por isso cada vez menos gente boa leia jornal. Um exemplo disso é o Eduardo Giannetti da Fonseca, que diz preferir ler The Economist e ouvir rádio quando faz a barba ou está no táxi. Minha avaliação: para escrever tem que entender muito do assunto e pesquisar muito. Coisas básicas, que a “falta de tempo” parece impedir. O Noblat, por exemplo, deu uma palestra incrível esse ano na Campus Party.
Blogueiros bons escrevem sobre o que gostam (e isso conta muito). Logo, entendem muito mais sobre o assunto. Tenho um amigo, que foi cobrir um evento da HSM como blogueiro. Ele disse: em dez minutos de palestra com o Philip Kotler, a lenda viva do marketing, todos os jornalistas tinham ido embora. Iam fazer uma matéria “cobrindo” o evento, com conteúdo do press-release e com uma “aspas” que pegaram no início da palestra. Esse meu amigo ficou a palestra inteira, anotou tudo, refletiu sobre o assunto. Qual produzirá o melhor artigo?
A internet está mudando todos os negócios ligados a conteúdo. Filmes, música, livros, jornais, revistas e rádio. Tudo está ameaçado, especialmente se negar a realidade e acreditar em duendes. Quanto mais tempo as empresas gastarem tempo, esforço e dinheiro tentando reverter o que é irreversível, pior será. O negócio do jornal não é papel, da música não é um pedaço de plástico redondo. É o conteúdo e a relação desse conteúdo com as pessoas e entre essas pessoas.
Chato. Acho chato porque acredito que a maioria das pessoas não conseguiu entender o ponto de vista do outro lado, se repete muito as mesmas coisas. Como um bom mala, resolvi entrar nessa. :-)
Para ir além:
- Texto do Julio Daio Borges sobre o fim dos jornais. Essa é uma referência, quase definitivo, e cheio de links ótimos, para você se aprofundar. Se eu tivesse que ler só um texto sobre o assunto, leria esse.
- O Kindle – Ipod – Netbook do Techcrunh.
- Meu texto sobre livros e editoras.
- Meus posts sobre o Kindle.
Nos últimos dois dias estive muito cansado (ainda estou um pouco). Acho que esse cansaço também está relacionado com stress. Me recuperei de uma forma rápida e interessante. Resolvi colocar aqui minhas dicas.
- Durma, bastante e bem. Fácil de falar, difícil de fazer (pelo menos para mim). Me lembrei do livro do Nuno Cobra, quando ele fala que a principal coisa da saúde é o sono. De ontem para hoje dormi mais e melhor e me recuperei bem.
- Fale com quem você ama. Uma conversa amigável, mesmo que pelo telefone, te ajuda a mudar o foco, se sentir bem.
- Alimente-se de forma saudável. Procurei comidas saudáveis, leves e gostosas. Me fez me sentir bem, nutrido e feliz.
- Coma chocolate. Minha única sugestão é não comer mais do que 150 gramas. :-)
- Faça exercícios. Como de costume, fui correr. 10 km me fizeram dormir mais tarde, mas com a cabeça muito melhor.
Essa lista é meio básica, mas fiquei pensando sobre ela, e percebi como esses detalhes acima mudaram meu ânimo, meu desempenho, meu dia.
Quais são suas dicas?
Acabei de ler um excelente post do Brad Feld sobre como se preparar para uma reunião rápida com ele. Achei muito bom, concordei com tudo e vale o registro aqui.
- Faça seu dever de casa. Pesquise sobre o cara, no blog, site, Linkedin, etc, etc.
- Descubra qual a principal (e talvez única) coisa que você quer comunicar. Sabendo isso, você terá sucesso, mesmo que consiga falar apenas uma coisa.
- Não fique fazendo infinitas referências a história dele. A reunião é para saber o que você está fazendo.
- Tenha pelo menos uma coisa eu possa aprender de você. Por incrível que pareça, é muito provável que você possa ensinar alguma coisa, mesmo a uma pessoa famosa.
- Não peça para assinar um NDA
- Preste atenção no tempo. Ele geralmente passa mais rápido do que você pensa, e reuniões assim muitas vezes são interrompidas.
Já estive dos dois lados: queria apresentar uma ideia, e já recebi apresentações. Em alguns casos, estando dos dois lados, refletindo agora, vejo que esses conselhos pessoais valem.
Gostei muito da lista. Acho que vai me ajudar a ter reuniões mais produtivas, quando tiver a oportunidade de conhecer pessoas que admiro. Quem sabe um dia, o próprio Brad Feld.

Acabo de ler um post do blog Think Simple Now, sobre como trabalhar 4 horas por dia e produzir muito. Tem umas dicas interessantes.
O que mais gostei:
- Esforço não é igual a resultado. Não calcule quantas horas você trabalhou, mas o que produziu.
- Marque seu progresso. Anote o que você produziu, entregou. Fica mais fácil comparar e se convencer, quando você tem números concretos.
- Tenha uma lista de metas do dia. E uma lista de metas da semana. Sempre a mão com essas duas listas. Quando terminar a lista do dia, pare de trabalhar.
- Entenda que trabalho é produção e não horas no escritório. Twitter e Facebook não contam. Pesquisas pela web também não contam, na maioria das vezes. :-)
Me lembrei de um dos primeiros conceitos do livro “7 hábitos de pessoas altamente eficazes”, que é: comece com o objetivo em mente. Se você consegue visualizar onde quer chegar, fica mais fácil, pois com certeza terá planejado melhor e provavelmente vai entregar mais.
Outro livro que me lembrei, e é citado no post, é o famoso nos EUA: 4HWW, de Tim Ferris, que recomendo. Sobre produtividade, estilo de venda e empreendedorismo.
Vou tentar aplicar esses conceitos, com o objetivo de passar de 10-11 horas por dia, para 8 horas. Esse esquema de 4 horas, não é para empreendedor. :-)
A dica do post, pelo “share” do Google Reader, foi do Marcos Rezende.
Dica: se você se interessa por gestão do tempo, recomendo o blog Mais Tempo, do Christian Barbosa.

A Amazon lançou a versão 3 do Kindle essa semana. Agora tem uma tela muito maior e vem com um leitor nativo de PDF. Antes precisava converter, e não ficava muito bom quando tinha muitas imagens, gráficos, etc.
Esse novo Kindle, que é praticamente igual ao 2, maior, vai ajudar muito a ler mais revistas, jornais e outros materiais em PDF no Kindle. Acredito que é mais um passo para facilitar ainda mais o consumo de informação digital de uma forma cada vez mais parecida com a informação impressa. Além de tudo, ele tem um sistema que você pode girar o aparelho, que o conteúdo acompanha, assim você pode ler modo “carta” ou “paisagem”. Acho que “copiaram” do iPhone.
Tenho um report da Razorfish em PDF, que tem muitas imagens e gráficos. Não achei que ficou 100% no meu kindle e fiquei com pena de imprimir. Com isso, ainda não li, apesar de recomendações de que é muito bom.

O Kindle está conseguindo cada vez mais unir as vantagens dos dois mundos. Do impresso, a facilidade de ler em qualquer lugar, de não precisar de um computador, de não cansar a vista. Do online, de ser fácil acessar, de receber instantaneamente em qualquer lugar do mundo.
Jeff Bezos, na apresentação de lançamento, disse que quando a versão para kindle está disponível, 35% do volume de vendas de um livro é nesse formato. Incrível para o curto espaço de tempo que temos esse aparelho disponível. Tim O’Reilly, da O’Reilly Media disse que na empresa dele, 65% das vendas já são de livros online. Ele é um pioneiro, tendo lançado há muitos anos o sistema Safari.
Ainda falta a interação, entre os leitores, e dos leitores com os autores, que por enquanto, só existe, pra valer, na web. Mas a Amazon chega lá. :-)
Outra coisa: a App do kindle para iPhone é muito boa, por uma única e muito simples razão: carrego o telefone 100% do tempo.
Fiquei com vontade de vender o meu aqui, e comprar outro, na minha próxima viagem aos EUA, que espero acontecer em setembro.

Essas são as quatro perguntas sobre modelos de negócios que Seth Godin fez hoje no seu blog. Acho que elas resumem muito bem, nos principais pontos que você precisa pensar ao montar seu negócio.
- Porque motivo as pessoas vão pagar pelo seu (e não por outro) produto? Ou seja, o que você faz que gera valor para o cliente, a ponto de criar disposição para pagar? Num mundo cada vez mais cheio de opções, de coisas grátis e agora com a crise, com cada vez menos dinheiro.
- Como você compra (ou produz) o que você vende, por um preço menor do que o de venda? Aqui vale uma reflexão sobre suas competências, que tornam sua capacidade de produzir melhor que o dos outros.
- Como você se protege contra concorrentes, similares, cópias e guerra de preços? Ou seja, o que te faz diferente, ao longo do tempo? Isso é dos mais difíceis, e acho que tem (também) a ver com marca, com reputação, com comunidade.
- Como quem não te conhece vai te conhecer, e decidir a gastar seu rico dinheirinho com você. Uma das coisas mais legais que li recentemente é o tema “Inbound Marketing“, que me foi apresentado pelo Eric Santos.
Estou tendendo a acreditar, cada vez mais, que o sucesso daqui em diante, virá de autenticidade, reputação, comunidade, prestação de serviço, marketing educativo e personalidade única.

Uma das palestras que mais gostei no evento Web 2.0 Expo em San Francisco foi a de Tara Hunt (@missrogue) sobre Whuffie. Até agora não vi uma boa tradução para o português desse termo, que quer dizer “capital social” ou reputação.
A palestra de Tara Hunt foi muito bem apresentada, num estilo que gosto muito. Um número enorme de slides, com muitas fotos, textos muito curtos e uma sinergia e conexão perfeita entre os slides e a fala da palestrante.
Esse é o estilo que tento fazer cada vez mais. Tornar minha fala e os slides cada mais sincronizados, e com uma transição muito suave, quase imperceptível de um slide para outro.
Abaixo listo os pontos que mais gostei da palestra.
- O tema da #w2e era “o poder da escassez”, e isso é o que ela sempre fez (fazer mais com menos). Eu também estou nesse time. :-)

- A publicidade se torna cada vez mais um megafone, que incomoda e interrompe as pessoas. Com isso, há cada vez mais pessoas “surdas” a anúncios. A solução não é comprar um megafone maior e mais potente, mas se envolver em conversas.
- Porque algumas empresas são abominadas, e outras recebidas pelas pessoas de braços abertos?
- Whuffie = reputação, capital social, contatos, acesso, credibilidade. Você e sua empresa têm isso?
- Whuffie não acontece do dia para a noite. Acho que por isso muitas empresas não conseguem abraçar essa oportunidade, pois querem resultados overnight.
- Quando não se preocupa com isso, uma empresa perde (em especial hoje na internet). Um exemplo bom é o caso da Dell, que teve que lidar com o site de reclamações “Dell Hell”.
- Whuffie é parte da “economia da doação”. Quanto mais você doa, mais recebe em troca.
Algumas dicas:
- Mude a forma de se comunicar. Do megafone para a conversa (aprenda a escutar).
- Se envolva na comunidade.
- Foco na experiência do consumidor. Atenção aos detalhes, vá além, coloque emoção, injete alegria, personalize, experimente, simplifique.
- Abrace o caos. Não tente controlar tudo e se surpreenda. Algumas coisas vão dar errado, mas você poderá ter boas surpresas.
- Encontre significado no que você faz.
- Do well by doing good. Ou seja, tenha lucro por ser bom.
- Ajude os outros a ir além. O Flickr e Youtube têm sucesso por fazer isso.
- Pense focando no consumidor. Por exemplo, se for o melhor, sugira um link fora do seu site. Os slides 281 e 282 são excelentes.
- Valorize algo maior. Se você e sua empresa estão comprometidas com uma causa maior, terá mais capital social, mais reputação, mais credibilidade.
- Espalhe o amor. Faça o bem.
Whuffie = propaganda boca-a-boca, vendas adicionais, fidelidade dos clientes. Ou seja, mais lucro. :-)
Veja os slides completos, abaixo.
Livro

Tara Hunt lançou há duas semanas um novo livro, chamado de Whuffie Factor. Já está no meu kindle e recomendo.
Recebi o artigo abaixo da minha psicóloga e gostei bastante.
Achei interessante os conceitos de carisma e da habilidade de ressoar. Esses dois pontos são fundamentais. Além disso, acho muito importante também a capacidade de contar histórias.
Atenção maior as janelas quebradas do que a propostas monumentais é um ponto muito forte. O 10° ponto, de que a comunicação é o mais importante fecha bem o artigo.
Esse negócio de líder de hoje e de ontem já está meio batido. E não concordo muito com a questão de não precisar se explicar.
Acho, no entanto, que está faltando algumas coisas: um líder é alguém que admiramos, e geralmente admiramos quem quer muito, quem vai além. O líder tem alta energia, e de alguma forma inspira os outros. Essa admiração as vezes não é na ética, mas na ambição.
Leia o artigo completo, abaixo.
O líder hoje – dez pontos para um líder no mundo atual
1. Um líder hoje é diferente de ontem. Hoje estamos em uma sociedade de rede, uma sociedade plana, não vertical, o líder não pode se apresentar como um modelo a ser imitado, ou louvado como um ideal. Acabou a era dos líderes imperiais, mistura de sabedoria e poder.
2. Um líder hoje tem que ter algo de carismático. Lembremos que os carismáticos eram os que tinham acesso a Deus sem intermediação, razão de sua perseguição pela Igreja. O carismático tem um compromisso com sua paixão, acima da vontade de ser compreendido pelo outro. Por essa postura, seduz, tem o algama, como diria Sócrates.
3. Um líder hoje tem que estar pronto a suportar o mal-entendido. No mundo-mix não há uma razão maior unificante, que universalize (versão do um), que convença plenamente pela razão. Mais do que nunca vale o conselho: “Não se explique, nem se justifique”.
4. Um líder hoje deve dar maior importância ao ressoar que ao raciocinar, “tá ligado”? Essa expressão dos jovens atuais aponta a um novo tipo de laço social que não é baseado na compreensão, como há até pouco tempo, mas na multiplicidade de estimulações. Só assim podemos compreender uma Techno-parade com dois milhões de pessoas que estão juntas no exercício de suas diferenças, não de uma igualdade.
5. Um líder hoje deve ter uma história para contar, sim, mas, sobretudo, criatividade para inová-la. A sua história mais vale pela paixão vivida, que pelo exemplo moral do sofrimento. A ética do desejo é diferente da moral dos costumes.
6. Um líder hoje deve adotar o Princípio Responsabilidade, não a utopia, nem o medo. O Princípio Responsabilidade exige dois movimentos: inventar uma solução e, em seguida, ser capaz de inscrevê-la ao mundo.
7. Um líder hoje não deve se preocupar com nenhum figurino prêt-à-porter, mas com a convicção do seu gesto. Não haverá um líder igual a outro, acabou a pessoa com cara de líder.
8. Um líder hoje deve preferir a razão sensível à razão ascética. Lógica com subjetividade será mais convincente que lógica com números. Números não emocionam.
9. Um líder hoje deve saber que a cauda da distribuição de preferências é longa e que mais valem os detalhes do pouco a pouco, a atenção com as janelas quebradas, que propostas monumentais.
10. Um líder hoje deve saber que na sociedade de comunicação o que mais vale é a própria comunicação, a interface, o contato, além de qualquer bem material: o líder deve ser a expressão de uma cultura.







