O melhor conselho de carreira, do criador do Dilbert

O criador do genial cartoon Dilbert, Scott Adams, tem um post bem antigo (2007) sobre conselho de carreira. Ele diz que você, para ter sucesso, precisa ser o melhor do mundo (#1 absoluto) em um determinado assunto, ou estar entre os 25% melhores de duas ou mais coisas.

Esse foi dos melhores conselhos de carreira que já li, e acho que se aplica bem ao meu caso. Não deve ter nada nesse mundo que eu sou o número 1 absoluto, pelo menos que eu saiba, mas eu trabalho para ser muito bom em uma série de coisas, como:

  • marketing
  • comunicação online
  • habilidade em escrever bem
  • capacidade de aprender
  • tendências do mercado do boi
  • marketing da carne bovina
  • vendas B2B e negociação
  • apresentação de palestras
  • persuasão e relacionamento interpessoal
  • e, talvez, participação em mídias sociais relevantes (e outras nem tanto)

Obs.: obviamente não estou no top25% de toda essa lista, mas eu tento ;-)

Acho que com isso, tenho conseguido juntar uma série de coisas diferentes, e dificilmente encontradas em uma só pessoa. A lista é bem variada e até um pouco sui generis. Um mix que me ajuda a ser quem eu sou, me diferenciar e me tornar único no que faço. E no meio do caminho aprender e me divertir.

Eu acredito que essa pode ser uma ótima estratégia pessoal de longo prazo, muito eficiente em obter resultados, fortalecer sua marca pessoal e te diferenciar, ao mesmo tempo que parece mais fácil de ser obtida do que ser o número 1 absoluto em algum assunto específico, relevante e que tenha mercado.

Eu acredito inclusive que tem relação com o livro The Dip, do Seth Godin, que fala em se tornar o melhor do mundo, mas onde ele define mundo de uma forma diferente, um espaço ou segmento em que você possa ser o melhor. E eu acho que melhor do mundo é um termo usado por ele não como melhor que outro, mas único, especial e que tenha valor no mercado (alguém disposto a pagar por isso).

Você acha que faz sentido?

 

5 Comments


  1. Gustavo Saraiva

    Miguel, simples assim, faz todo sentido meu amigo! Muito verdade. Parabéns

  2. Oi Miguel, no post quando você menciona “alguém disposto a pagar por isso” me fez lembrar uma indagação que tive na época de faculdade quando quis aprender a usar vários softwares de computação gráfica, estudei muito sobre o assunto, pesquisei a melhor ferramenta e por fim conclui que saber muito sobre qualquer um deles não daria um retorno tão grande quanto o esforço despendido. Não adianta ser o melhor em “bordado” se esta atividade não agrega valor. Antes de tentar achar o diferencial é bom pesquisar NO QUE SER O MELHOR. Parabéns, como sempre seus posts nos fazem refletir…
    Bom feriado!!!

  3. Muito bom o post Miguel.
    Tenho aplicado esses conceitos na nossa empresa e tenho obtido grandes resultados.
    Hoje ainda não posso ser o melhor, mas tenho certeza que temos um serviço único e os clientes estão felizes.
    Fica a pergunta: Ser melhor ou ser único?
    Forte abraço,

  4. Miguel,

    Parabéns pelo post, com certeza escrever bem você está conseguindo. Keep walking…

  5. Acho que o ponto é não tentar ser melhor que os outros. Porque assim se você não for você acaba se frustrando e sendo uma pessoa improdutiva. Mas como os amigos ai de cima. acho que o legal é tentar ser único sair da tão famosa matrix social. Mas como todos sabem não é fácil ser único, pelo menos no começo, mas é uma coisa excelente a se fazer, e você simplesmente começa a viver a sua vida e não deixa apenas como se fosse mais um na multidão.

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