José Luiz Tejon (@luiztejon) no Man in the Arena #032 #MitA

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Neste episódio (#032), conheça a história de José Luiz Tejon, jornalista e publicitário com uma trajetória pessoal e profissional marcada por conquistas e superações. Foi CEO da OESP Mídia, empresa do Grupo O Estado de São Paulo; é palestrante, tendo recebido o prêmio Top of Mind Estadão de RH em 2011 e escreveu em autoria e co-autoria 28 livros, alguns deles best-sellers.

Leia mais

Viver é arriscar

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Esse é daqueles vídeos que você assiste e fica quieto, pensando. Vale a pena ver e rever.

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Viver é arriscar. E arriscar é fazer o que só você pode fazer. É se tornar você mesmo, em sua melhor forma. Acreditar em mim mesmo, sempre, é a melhor receita. É claro que ser teimoso, burro e cabeça dura não é bom. Mas persistência, confiança e resiliência são fundamentais para o sucesso.

Você pode achar que escrevi esse post para você, mas como a maioria dos meus posts, escrevi principalmente para mim mesmo. Escrever é uma forma de reforçar o que acreditamos.

Vamos em frente.

Frases para você pensar na vida

Frases para você pensar na vida

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Li um post muito bacana do Pierre Schurmann sobre o aprendizado dos dois anos que ele decidiu viver mais Zen. Achei bem bacana e a leitura é rápida. Os pontos que mais gostei:

Sobre saber falar, ler e escrever em inglês

Faz tempo que gostaria de escrever sobre isso. Eu acho que a melhor dica de carreira para quem estuda/gosta de administração e/ou marketing é aprender inglês.

Se você lê inglês, você pode:

Como superar um cansaço enorme

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Nos últimos dois dias estive muito cansado (ainda estou um pouco). Acho que esse cansaço também está relacionado com stress. Me recuperei de uma forma rápida e interessante. Resolvi colocar aqui minhas dicas.

  • Durma, bastante e bem. Fácil de falar, difícil de fazer (pelo menos para mim). Me lembrei do livro do Nuno Cobra, quando ele fala que a principal coisa da saúde é o sono. De ontem para hoje dormi mais e melhor e me recuperei bem.
  • Fale com quem você ama. Uma conversa amigável, mesmo que pelo telefone, te ajuda a mudar o foco, se sentir bem.
  • Alimente-se de forma saudável. Procurei comidas saudáveis, leves e gostosas. Me fez me sentir bem, nutrido e feliz.
  • Coma chocolate. Minha única sugestão é não comer mais do que 150 gramas. :-)
  • Faça exercícios. Como de costume, fui correr. 10 km me fizeram dormir mais tarde, mas com a cabeça muito melhor.

Essa lista é meio básica, mas fiquei pensando sobre ela, e percebi como esses detalhes acima mudaram meu ânimo, meu desempenho, meu dia.

Quais são suas dicas?

Twitter faz festival para reunir pessoas e arrecadar para água no terceiro mundo

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O Twitter está organizando uma série de eventos no dia 12-fevereiro-2009, em inúmeras cidades do mundo, com o objetivo de reunir (offline) pessoas que usam o serviço e arrecadar fundos para uma instituição que constrói sistemas de fornecimento de água em países do terceiro mundo.

A página de São Paulo é saopaulo.twestival.com.

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Interessante. Vão dar uma turbinada no negócio deles, gerar muita mídia espontânea e ainda arrecadar uma boa grana para uma instituição bacana.

Felicidade, por Jacques Lacan

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Assisti semana passada a um DVD produzido pelo IPLA e apresentado por Jorges Forbes, com o título Felicidade na clínica de Jacques Lacan. Fiz algumas anotações, bem no padrão neófito, que compartilho abaixo.

Tenho me interessado cada vez mais por psicologia e esse aprendizado tem me ajudado muito na busca por auto-conhecimento e qualidade de vida. DVDs como esse são, na minha opinião, uma excelente forma de aprender mais sobre o assunto. Uma aula com um especialista, que sabe muito do assunto e sabe apresentar. Como está gravado, você pode assistir onde e quando quiser.

Minhas anotações e meus comentários:

Em psicanálise se cria pouco, o principal é a recombinação. Não entendi :-)

Alguém recomendou a um jovem poeta:Não comece falando sobre amor, sobre felicidade. Falar sobre o amor é muito difícil, em especial se você não quer soar “água com açúcar”.

Quando o analisando diz “estou feliz”, já basta, disse Jacques Lacan, em uma palestra em Yale.

Ser normal é estar dentro da norma. Ou seja, é muito ruim ser normal (pelo menos para mim). Que alívio. :-)

Jorge Forbes indicou e citou mais de uma vez o livro Profanações, de Georgio Agambem, que quero comprar.

Felicidade é a capacidade de sentir magia. Acreditar que é possível criar magia. Por isso as crianças são, em geral, muito mais felizes que os adultos.

Amizade pode ser por prazer, por interesse ou por solidariedade.

Solidariedade é estar bem consigo mesmo.

Felicidade é possível se for disfarçada. Essa eu não entendi. :-)

O seu máximo é o mínimo para o outro. Uma bobagem. Nós somos uma bobagem. E é possível ser uma maravilha, sendo uma bobagem. Gostei dessa passagem, como isso acontece. O que é diferente, especial, único para você, para os outros isso quase não tem valor. Isso já aconteceu comigo muitas vezes. Há mais tempo achava estranho, ruim. Agora parece até um elogio.

A diferença e a excelência são solitárias. Quando você se destaca, você se separa dos outros, da multidão. Fica sozinho. E se não souber ficar sozinho, enlouquece. O fracasso é solidário, todo mundo te apóia.

Felicidade é suportar espaços vazios, silêncios e música clássica. Gostei dos dois primeiros pontos. O terceiro não entendi (deve ter sido uma piada, que só especialistas entendem rs..). Acredito que para ser feliz, você precisa se bastar, precisa conseguir viver e passar bem o tempo que tem consigo mesmo, sozinho. Pode ser um pouco egoísta, mas acho que é necessário.

Sair da relação de culpa e ir para a relação de responsabilidade. Essa eu também não entendi.

Ser consequente com seu dizer. Escuto isso da minha psicóloga sempre, mas confesso que ainda entendo pouco, sobre o real significado disso.

Felicidade, em francês, significa encontro (bonheur = boa hora).

Felicidade é suportar a surpresa e o acaso.

Comentário extra: Usei o bloco de notas do IPhone para anotar esses pontos, enquanto assistia ao DVD. Achei que valeu a pena. Estou usando cada vez mais o IPhone para coletar minhas idéias e impressões, a medida que vou pensando, vivento, nessa correria que é minha vida.

Como fazer uma declaração de amor

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A melhor declaração de amor, em forma de letra de música que conheço, é Penas do Tié, cantada por Pena Branca e Xavantinho.

Aprecie:

Penas do Tié

Vocês já viram lá na mata a cantoria
Da passarada quando vai anoitecer
E já ouviram o canto triste da araponga
Anunciando que na terra vai chover

Já experimentaram guabiroba bem madura
Já viram as tardes quando vai anoitecer
E já sentiram das planícies orvalhadas
O cheiro doce da frutinha muçambê

Pois meu amor tem um pouquinho disso tudo
E tem na boca a cor das penas do tié

Quando ele canta os passarinhos ficam mudos
Sabe quem é o meu amor, ele é você

Outra forma que gosto muito: orquídeas.

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A foto do Tié é do blog do Marcelo.

O preço de um presente, de Jorges Forbes

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Recebi da minha psicóloga esse texto do Jorge Forbes, que gostei muito e me fez pensar. Como é difícil (e valioso) dar o que não se tem.

Me ajudou a refletir sobre minhas relações pessoais. Dar o que você tem de sobra tem pouco valor, já o que você não tem, ou tem pouco, ou que te custa muito, tem muito valor.

O que menos tenho é tempo, logo preciso escolher como dar meu tempo. Quero em 2009 usá-lo melhor, em especial dá-lo para as pessoas mais amo.

Leia e reflita você também.

O PREÇO DE UM PRESENTE

Jorge Forbes

Que espécie de presente seria aquele que não nos lamentamos no momento de dá-lo? Essa é uma pergunta que Sigmund Freud se fez em um pequeno artigo escrito em 1935, intitulado: As sutilezas de um Ato Falho.

Freud deixa entender a existência, para ele, de ao menos dois presentes: aquele que se dá sem dó, e aquele que nos custa uma tristeza disfarçada no sorriso, no momento da entrega. Curiosamente, a maioria das pessoas não concordaria com Freud, pois pensa, ao contrário dele, no enorme prazer de presentear altruisticamente as pessoas próximas. De como é bom dar, pois é dando que se recebe, blá, blá, blá.

Analisemos a diferença entre as duas atitudes. Dar um presente a alguém com pena, mesmo quando disfarçada, quer dizer que você está dando o que lhe falta; enquanto que dar um presente que você imagina faltar ao outro, indica que é ao outro que algo faltava, e que, agora, após o seu presente, vocês dois podem festejar o fato de que a ninguém falta mais nada, além de algum dinheiro na sua carteira. É o que se acredita baseado no pensamento fraterno difundido na expressão, tão valorizada moralmente, de amar ao próximo como a si mesmo, exemplificada em mensagens do gênero: “Tinha comprado isso para mim, imaginei que você também iria adorar”.

Estranho é pensar na proposta de Freud que a base de um presente maior é o egoísmo, em vez do seu contrário.

Egoísmo de saber que se está dando o que lhe falta, e não os seus dotes. Seria assim o amor, dar o que lhe falta a alguém que não lhe pediu isso? Amar seria dar o que não se tem, como escreveu Platão em seu Banquete, e foi retomado, insistentemente, por Lacan? Pode ser estranho, mas é por demais humano.

Podemos nos perguntar se as duas formas de falar de um afeto, em português: “Se dar com” e “Se dar a”, não recobrem as diferenças destes dois presentes.
Não é a mesma coisa dizer: “Eu me dou com a Maria” e “Eu me dou a Maria”. Na primeira maneira, temos uma declaração afetiva; na segunda, uma declaração sensual. Na expressão: “Dar-se com”, normalmente está subentendida a palavra “bem”: “Dar-se bem com”. Ao subtrairmos o “com”, é algo de si mesmo que passa a ser dado, logo, quem dá, nesse caso, perde. É o que justifica alguém declarar que está perdidamente amando.

Teríamos, então, dois tipos de presentes: afetivo ou sensual. No afetivo, repartimos a mesma identificação, o mesmo bem; é o presente harmônico, tranqüilo. No sensual, repartimos nossas diferenças, o que nos falta; é o presente inquieto e insinuante. Um e outro não são comprados com a mesma moeda, e nem se trocam na mesma loja.

Enfim, a cada um desembrulhar o seu presente favorito.

Torna-te aquilo que és

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Na volta de Londrina para São Paulo, continuei escutando o audiolivro Quando Nietzsche Chorou. Já ouvi umas 8-9 horas, metade do livro. A frase “Torna-te aquilo que és” continua na minha cabeça. Parei até de escutar o livro, mudei para músicas de rádio, para refletir mais sobre isso.

Esse parece ser o grande desafio: Torna-te aquilo que és. Não queira ser como os outros, ou como um outro específico. O melhor, e mais recompensador será se tornar aquilo que só você pode ser.

Acredito firmemente que cada um tem uma genialidade nata, uma série de qualidades, de capacidades, que tornam cada um, cada um. Te torna único, especial, diferente. É onde podemos ser melhores, especiais. Sermos nós mesmos, no nosso máximo.

Será que preciso ser mais organizado ou mais (inserir aqui alguma coisa que também sou fraco), ou mais criativo, mais animado, mais diferente?

O contato com pessoas que você admira continua sendo ótimo. Não para copiar um modelo, entender como faz, para fazer igual. Mas para inspirar. Para você reforçar aquela certeza interna de que é possível fazer muito, ser especial, fazer diferente. Mesmo que muita gente (infelizmente) opte por fazer pouco, andar com a maré, seguir a onda.

Já devo ter lido a frase abaixo em outros lugares, mas me marcou subindo as escadas da Casa do Saber, nos intervalos do curso Grandes Executivos. Como dizia um lema da Lesma Lerda: “Vamo vivê!”

“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe”, Oscar Wilde.

Acho que minha grande meta de 2009 será me tornar mais eu mesmo. Ser aquilo que só eu posso ser.

Apatia, assertividade e agressividade

Tenho tentado andar nessa corda bamba, não caindo para a apatia, nem ultrapassando para o lado da agressividade. Meu maior problema é a agressividade. Como fazer para ser altamente assertivo, muito intenso, sem ser agressivo?

Um caminho, que tem funcionado para mim, é se colocar na posição do outro, pensar como se estivesse do outro lado. Tem funcionado, me sinto mais humano, mesmo quando preciso de velocidade.

Li outro dia uma dica de livro que se chamava Legado de liderança, ou algo assim, que dizia que em todas as interações em que você está liderando, procure pensar no longo prazo, no que gostaria de deixar como legado pessoal/profissional e procure adaptar essa situação específica e momentânea a esse seu objetivo maior de longo prazo. Fez sentido e quando usei, funcionou.

Talvez eu tenha que exercitar mais meu lado “zen”. O que é difícil nessa corrida toda. Por outro lado, pensar e tentar praticar a intensidade, a presença, sem agressividade já tem me ajudado.

Fracassos famosos

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Vídeo em inglês no youtube, bem montado, simples, sobre exemplos clássicos de pessoas famosas que fracassaram. Entre outros:

  • Michael Jordan não era bom jogador de basquete.
  • Walt Disney era pouco criativo.

A frase final é boa: se você nunca falhou, é porque nunca viveu. Viver = arriscar.

A dica é do Ben Casnocha, que manda uma newsletter pessoal a cada 3 meses aos amigos.

Acabei achando, nos relacionados, esse vídeo, de um comercial da Nike com o Michael Jordan.

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