A foto é um convite para conhecer as andanças fotográficas de Marcelo Carvalho, meu sócio na AgriPoint.
E um convite para ler o último artigo da Economist sobre a economia chinesa em 2009.
The obvious concern is that although heavy-handed government meddling may be more effective than market-based tools to pull an economy out of a deep downturn, it comes at a cost. Public investment will inevitably include some wasteful spending, and politically directed lending could add to excess capacity in some sectors and create new bad loans for banks.
Fonte: Strong as an ox?

Leia o pequeno texto sobre o tempo, de Clarice Lispector. Eu gostei muito. Uma boa reflexão para o início do ano.
“Eu mesma me surpreendo ao perceber quantas horas por ano tenho para gastar. Capacito-me de que na realidade tenho mais tempo do que penso – e isso significa que vivo mais do que imaginei.
Isso se fizermos as contas das horas do dia, da semana, do mês, do ano. Quem fez o cálculo foi um inglês, não sei seu nome. Um ano tem 365 dias – ou seja, 8.760 horas. Não é enganoso não, são oito mil setecentas e sessenta horas.
Deduzam-se oito horas por dia de sono. Agora deduzam-se cinco dias de trabalho por semana, a oito horas por dia, durante 49 semanas (descontando, digamos, um mínimo de duas semanas de férias, e mais uns sete dias de feriado). Deduza duas horas diárias empregadas em condução, para quem mora longe do local de trabalho.
Nessa base sobram-lhe 1.930 horas por ano. Mil novecentas e trinta horas para se fazer o que se quiser, ou puder. A vida é mais longa do que a fazemos. Cada instante conta.”
(Clarice Lispector)
Dica da Letícia, minha mulher, que recebeu da minha tia Isabel.



