Esses três cartoons do Gapingvoid tem me feito pensar muito ultimamente. Fazer o que você ama, acreditar em você, fazer absurdamente bem o seu trabalho e descobrir quem você é e para onde quer ir é das melhores (e mais difíceis) coisas da vida. O que você acha? Leia mais

Muito bom esse cartoon do Gapingvoid. Uma maneira muito divertida de te relembrar que você pode estar tentando vender alguma coisa bem improvável de ser comprada.
Nesses casos, o melhor a fazer, não é se esforçar mais, mas mudar o produto e/ou o cliente.
Fácil falar, muito difícil de conseguir fazer. Em especial quando o meteoro que você vende, foi feito por você mesmo.
Leia o artigo abaixo, publicado em anúncio de uma página, no jornal Meio&Mensagem dessa semana. Eu achei muito interessante.
Manifesto Open Source Branding
Houve um tempo em que marcas eram nomes, apenas nomes. Os avanços (e recuos) econômicos, a incansável concorrência por mercados, o mix de culturas e povos, acabaram por conferir às marcas um novo e crucial papel: o de transmitir ideias e ideais.
Tantos movimentos fizeram das marcas referências de valores e comportamentos, ícones que têm o poder de capturar e mobilizar a atenção, a afeição e a memória das pessoas.
Marcas ultrapassaram assim as fronteiras da comunicação publicitária, constituindo experiências que podem ser vividas, narradas e compartilhadas por seus consumidores.
Hoje, marcas são conversações amplas, ricas, distribuídas, sobre as quais não há controle rígido – são essencialmente interativas, um tanto caóticas e, inevitavelmente, públicas. Marcas são obras abertas, destinadas a interpretações.
Por isso, perguntamos: será que a história do Linux, que surgiu da apaixonada cooperação entre milhares de entusiastas espalhados pelo planeta, não tem algo a ensinar às marcas? Será que as marcas não têm o que aprender com esse exemplo de engajamento franco e livre? Acreditamos que sim. Acreditamos em Open Source Branding. Uma nova lógica que pede a participação das pessoas – estejam onde estiverem, no tempo que for, do jeito que quiserem.
É aí que entram os meios digitais. Blogs, microblogs, comunidades, comunicadores instantâneos, celulares, formam o habitat natural para esse novo modo de ser da Comunicação Open Source Branding é um novo olhar, uma nova atitude na gestão de marcas.
É assumir que a imagem de marca vai muito além do conteúdo oficial das campanhas. É abrir o coração e ter jogo de cintura para assimilar histórias, sentimentos, opiniões e (re)criações lançadas pelos consumidores. É abrir a marca à inteligência que surge do coletivo.
Achei o texto muito interessante. Achei que eles acertaram de novo. Como ponto extra, acertaram na mosca, trazendo o genial Hugh Mcleod para o Brasil. Na semana que vem, ele fala na Campus Party. O cartoon abaixo, é dele.

A fonte original é o site da Agência Click.

“Você conhece todo mundo? Não, apenas conheço todos que interessam.” mais uma boa tirada do Hugh Mcleod.
Uma frase que dá várias interpretações, mas a minha é de que é uma crítica àqueles que querem ser “legais” com todo mundo, bons de “networking”. Se lembram do aniversário de todo mundo, mas não se interessam pelas pessoas.
Um bom livro sobre o assunto, sobre como fazer networking bem feito, sem ser interesseiro, é “Never eat alone“, do Keith Ferrazzi. O título pode dar uma impressão errada – manual com os 12 passos para ser legal. Mas trata justamente do contrário.
Para ser bom de relacionamento, o ponto principal é se preocupar, se interessar pelos outros. Sem isso, nenhuma técnica funciona. O livro é muito bom, mas está esgotado no Brasil.
Mais um cartoon fantástico do Hugh Mcleod, sobre como lidar com estúpidos sem ser um. Ele é muito bom no sarcasmo.

Melhor que isso, só a ironia do Julio, comentando o desenho.
A cada dia fico mais fã de grandes cartunistas, que conseguem em uma imagem resumir mil palavras, e passar uma mensagem clara, precisa. Esse é meu objetivo na comunicação, seja em palestras, seja por escrito. Como tornar o que é complicado, complexo, em simples, compreensível. Pena que não sei desenhar :-).
Vejam esse cartoon da Economist dessa semana. O mundo está otimista com Obama (inclusive eu), mas ele tem uma tarefa dura pela frente. 2009 não sai ser um ano fácil para a economia dos EUA, nem para o resto do mundo, cada vez mais globalizado.
Ainda vou fazer uma palestra, onde os slides serão todos desenhados, quem sabe pelo meu amigo Diogo.
Esse cartoon do Hugh MacLeod sobre propaganda é simplesmente fantástico.
Preste atenção aos anúncios, aos vídeos institucionais, aos folders de inúmeras empresas, que você recebe-vê-escuta diariamente. Tente imaginar uma pessoa falando isso para você, tentando te convencer a comprar alguma coisa.
Uma frase que pode se tornar um excelente teste para verificar se uma propaganda vai funcionar ou não. Parece muito simples, mas acho que a maioria não passa nesse teste básico. Vou adotar como teste 101 dos meus materiais de marketing.
É incrível, esse cara é mesmo um artista.
Mais um brilhante cartoon da Economist, brincando com os que acreditam em duendes e que o capitalismo acabou.
Continuo lendo e me admirando com a qualidade da revista Economist. Ganharam, inclusive, o prêmio de melhor revista do ano, nos EUA. Merecido.
Outra qualidade da revista são as capas. Incríveis. Tenho usado cada vez mais para ilustrar assuntos em minhas palestras. Veja essa abaixo. Um bom resumo visual da situação atual.






