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Yuri Gitahy (Aceleradora) no Man in the Arena, episódio #019

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Conheça o trabalho de Yuri Gitahy, fundador da Aceleradora e um dos maiores apoiadores do ecossistema de startups no Brasil.

Alguns dos temas abordados neste episódio (#019):

Daniel Heise (Grupo Direct) no Man in the Arena – Episódio #017

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No episódio #017 do Man in the Arena, conversamos com o Daniel Heise, CEO do Grupo Direct, holding de empresas na área de tecnologia e comunicação, com foco em soluções para o relacionamento entre as empresas e seus clientes.

O bate-papo foi ótimo e o Daniel falou sobre sua experiência em mais de uma década empreendendo, sua visão sobre as oportunidades no mercado brasileiro de internet e suas dicas e críticas para os novos empreendedores.

Alguns dos temas abordados:

Fernanda Nudelman Trugilho (Pto de Contato) no Man in the Arena #016

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No ar, o episódio #016 do Man in the Arena. Conheça a história de empreendedorismo da Fernanda Nudelman Trugilho que, a partir de uma necessidade pessoal, criou a Pto de Contato e se tornou uma das pioneiras na divulgação do conceito de co-working no Brasil.

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Financiamento distribuído, uma ideia com muito futuro no Brasil

Nos EUA, está crescendo muito um sistema de financiamento distribuído, minha tradução livre para crowdfunding. Nesse novo sistema, ao invés de ir atrás de um financiador tradicional (banco, investidor, etc) para o seu projeto, voce pede micro-financiamento para seus clientes, amigos, amigos de amigos e outros interessados.

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Viver é arriscar

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Esse é daqueles vídeos que você assiste e fica quieto, pensando. Vale a pena ver e rever.

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Viver é arriscar. E arriscar é fazer o que só você pode fazer. É se tornar você mesmo, em sua melhor forma. Acreditar em mim mesmo, sempre, é a melhor receita. É claro que ser teimoso, burro e cabeça dura não é bom. Mas persistência, confiança e resiliência são fundamentais para o sucesso.

Você pode achar que escrevi esse post para você, mas como a maioria dos meus posts, escrevi principalmente para mim mesmo. Escrever é uma forma de reforçar o que acreditamos.

Vamos em frente.

Carta a um jovem empreendedor

Meu amigo,

Você está começando uma nova empresa. É das coisas mais interessantes que você vai fazer na vida. Boa sorte. Estou te escrevendo algumas sugestões e conselhos para essa sua nova jornada:

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Coletânea de posts sobre empreendedorismo

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O pessoal da Endeavour convidou uma série de pessoas a escrever sobre o cenário do empreendedorismo no Brasil. Durante essa semana, uma série de posts saíram do forno. Cada um com seu enfoque, com seu estilo e sua personalidade. Acompanhe abaixo.

Empreender no Brasil: algumas sugestões

Ao começar a escrever esse post, me lembrei de uma série de referências ligadas a montar um negócio, que gosto e acredito muito.

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Man in the Arena #008, com Leo Kuba e Miguel Cavalcanti. Convidada especial: Maria Carolina Cintra #MitA

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O Man in the Arena é um vídeo podcast sobre empreendedorismo e cultura digital apresentado por Leo Kuba e Miguel Cavalcanti.

Esse episódio foi uma grata surpresa. A Maria Carolina tem uma experiência muito bacana, diferente e interessante em gestão, seleção, desenvolvimento de produtos. Eu aprendi bastante coisa nessa rápida conversa. Espero que você aproveite também.

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Os defeitos do empreendedor

Li um tweet do Marcelo Cherto fazendo uma brincadeira/provocação de que um empreendedor precisaria de mil e uma qualidades para ter sucesso. Ele dizia algo como: fazem uma lista enorme, tem que ser bom nisso, bom naquilo. E eu respondi: eu tenho um monte de defeitos e mesmo assim empreendo. Daí foram várias conversas via twitter sobre o tema.

Realmente há muitas listas de qualidades, de coisas que um empreendedor deve saber, deve ser, deve fazer. Algumas até demais. Eu gosto dessas listas. Muitas vezes me ajudam a refletir sobre coisas que preciso/posso melhorar e podem ser uma reflexão própria.

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Man in the Arena #001: novo episódio do videocast com @LeoKuba #MitA

Estamos lançando o episódio #001 do videocast Man in the Arena (ou Homem na Arena), que me propus a fazer com Leo Kuba mensalmente. Nesse episódio seguimos as sugestões de diminuir a duração (nós também achamos que estava meio longo).

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Man in the Arena: meu videocast com @LeoKuba #MitA

Leo Kuba e eu estamos lançando um videopodcast mensal sobre negócios, empreendedorismo, internet e vida digital (seja lá o que isso for rs..). A ideia surgiu numa cnversa com o Leo, ele me convidou e eu topei na hora. O vídeo acima é o episódio #000. Assista e de sua opinião.

Nas gravações ainda não sabíamos o nome que o programa iria ter. Falamos de muitas coisas, demos risadas, falamos bobagens. Foi bem divertido. E falamos de muitas coisas que acreditamos também. Leia mais

Imprimindo coisas, fazendo download de uma escrivaninha

Li matérias nas duas revistas que mais gosto, The Economist e INC, sobre o mesmo tema: as mudanças que um novo tipo de tecnologia podem trazer para nossas vidas, num futuro próximo: impressoras 3D. Já existem e são cada vez mais baratas. A quem diz que em pouco tempo teremos uma impressora de coisas em casa, assim como temos uma jato de tinta ligada ao computador.

O que essas impressoras fazem? Tornam muito mais fácil você criar um produto único, com seu design, e produzi-lo mesmo. Talvez daqui um tempo será tão fácil vender uma mesa desenhada por você, como é hoje vender uma música em MP3, ou usando o iTunes.

Algumas tendênciass relacionadas a essa novidade:

  • Maior proximidade do designer e do cliente final.
  • produção distribuída, customização ou individualização em massa.
  • Facilidade de você se tornar um produtor, e não apenas mais consumidor.
  • Estímulo a negócios pequenos, segmentados, especializados.
  • Customização da sua casa, do seu escritório, num nível nunca visto. Você não vai mais precisar comprar uma escrivanhinha igual a de todo mundo na TokStok.
  • Aceleração da tendência de se buscar comprar de quem conhecemos, confiamos e somos próximos (mesmo que virtualmente).
  • Diminuição da barreira entre empresas com enormes fábricas e artesãos digitais.
  • Aumento das ofertas de produtos que atendam ao mercado “faça você mesmo”, ou DIY, como é chamado nos EUA, que tem entusiastas como Tim O’Reilly (que sou fã).

Achei interessante também porque é uma evolução do que acontece nos negócios “digitais”, como música, jornalismo, e agora livros. A revolução que estamos passando no mundo da música inicialmente pode acontecer, em diversos graus, com produtos totalmente físicos.

A matéria da INC inclusive cita que um dos motivos do sucesso da Threadless nos EUA (e Camiseteria no Brasil) – você pode criar um produto.

A revista The Economist fala de impressoras 3D cada vez mais baratas e cada vez mais capazes. Em pouco tempo você poderá imprimir um celular, por exemplo. Hoje você pode imprimir um rack para vinhos, feito de madeira, ou um colar de couro, todo recortado, estiloso e único.

A INC fala muito sobre uma empresa da Nova Zelândia, chamada Ponoko, que fornece a rede e site (pense no iTunes da Apple para música, ou o site da Amazon para venda de livros do Kindle) e aluga as impressoras laser 3D, por minuto. Se você é um designer, faz o upload do arquivo e coloca para vender. Só é produzido depois de vendido. Já tem alguns designers ganhando a vida (barata) assim.

Eu achei muito bacana, e serve como um alerta e um estímulo para pensarmos nos nossos negócios e nas mudanças que a tecnologia ainda vão nos trazer. Hoje a grande estratégia é terceirizar sua produção para a China, em larga escala. Amanhã poderá ser produzir algo totalmente personalizado, “impresso” aqui em Piracicaba, comprado por mim, de um designer no interior de Angola.

Me lembrei também de uma entrevista de um alto executivo das Havainas, que perguntado se não era muito caro fazer tantas personalizações das sandálias, ele respondeu “caro é o que não vende”. Talvez ainda vamos ver personalização em outro nível: o individual.

É a atomização do Made in China, espalhando por dezenas de milhares de lugares do mundo. Podemos achar loucura hoje, mas será que não é a mesma loucura que Henry Ford achou quando sugeriram que ele produzisse carros em outras cores, que não preto, mas um pouco mais caros?

Para ir além:

INC500, Woodstock dos empreendedores

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Veja foto da festa de encerramento e entrega de troféus das 500 e 5000 empresas dos EUA que mais cresceram nos últimos 3 anos.

A vencedora teve crescimento de incríveis 19.000% em 3 anos. Isso mesmo, aumentou o faturamento em 190 vezes em 36 meses. Não se é lucrativa, mas que o número impressiona, impressiona.

Boa noite, de Washington, DC, EUA.

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10 lições como empreendedor, por @leokuba

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Meu amigo Leo Kuba escreveu um curto e excelente post resumindo 10 lições que ele aprendeu na vida sobre empreender. Eu gostei muito do texto dele, concordei com todos os pontos. Abaixo eu listo os pontos, sem copiar as lições dele (para que você visite o blog dele e conheça mais).

  1. Convicção
  2. Perfil x Valores
  3. Aprendizado Horizontal
  4. Persistência
  5. Vocação
  6. Cuidado com produtos muito inovadores
  7. Acelere!
  8. Networking do bem
  9. Negócios paralelos x Foco
  10. Aconselhamento tributário e jurídico

Acho que ele acertou em cheio, colocando pontos sobre perfil pessoal, atitudes e dicas práticas fundamentais. Se você gostou dessa lista, também vai gostar da lista de 30 dicas para montar uma empresa do Edu Carvalho.

Uma das coisas que procuro fazer todos os dias é aprender alguma coisa nova (e relembrar boas que já sabia/aprendi). Hoje fiz isso de diversas formas.

Para ir além: @leokuba e @eduacarvalho. Divirta-se e bons negócios! :-)

Crédito da foto.

Alexandre Gama, da Neogama, curso Grandes Publicitários na Casa do Saber

alexandre-gama

Assisti na semana passada a primeira aula do curso Grandes Publicitários, na Casa do Saber, com Alexandre Gama, da agência Neogama. O organizador do curso e entrevistador é o também publicitário Celso Loducca, da Loducca. Escrevi um rápido post com meus motivos para fazer esse curso.

Fiz uma série de anotações em mapas mentais rascunhos, que é a maneira que mais gosto de escrever em reuniões e palestras. Escrevo para me lembrar depois e escrevo para me lembrar na hora. Acredito que penso melhor, presto mais atenção e capto mais os pontos importantes quando anoto.

Abaixo, Alexandre Gama, por ele mesmo, com meus pitacos.

Estilo pessoal:

  • Sou tímido, competitivo e curioso.
  • Sou mais injusto comigo mesmo, do que com os outros.
  • Aos 17 anos, praticava 6h por dia de violão.
  • Muito medo de ter o rabo preso. De dever favores, de poderem jogar na minha cara. Minha ética vem mais do medo.
  • Sou cada vez mais impermeável ao que os outros acham de mim.
  • Quero ser o melhor em cada função que faço.
  • Não sou o líder ideal. Sei que não dou muita direção. Não fico em cima. E não dou conforto.
  • Se fosse dar um conselho para ele mesmo, quando mais jovem: “pega mais leve…” Não colou, pelo menos para mim.
  • Quero ser o “ghost in the machine”, que muda as coisas, por dentro, sem que a máquina perceba.

neogama-agencia

Agências:

  • A coisa mais difícil é entrar em uma agência, a segunda é ficar. :-)
  • Uma “grande mentira é: entre na função que der, depois, lá dentro, você muda”.
  • Prêmio é uma escada que te ajuda no começo, mas não é tudo.
  • Nas perguntas contou a história do garoto que foi na agência e gravou um vídeo dizendo “eu quero trabalhar aqui..” e com isso ganhou um estágio lá. Disse: foi um bom comercial de de 30″, chamou a atenção, agora precisa provar que é um bom produto.

Publicidade:

  • Sobre o poder (maléfico) da publicidade: é apenas uma ferramenta. Quem deve levar a culpa, a mão que usa, ou a ferramenta que é usada?
  • Nossa sociedade é de consumo. Tudo é baseado no consumo. A publicidade é uma parte disso. É preciso criticar, discutir a sociedade, daí passar pela publicidade. E não o inverso.
  • “Não faço publicidade, eu tenho ideias”. Eu achei meio batido.
  • O Bradesco apareceu muito mais quando focou num tema só (Banco do Plantea), gastando a mesma coisa.

Dicas sobre carreira, para publicitários:

  • Pouca gente dá valor ao texto. Escrever bem é pensar bem.
  • Bom redator é um bom planejador.
  • Para escrever melhor é preciso ler melhor (e mais) e escrever mais.
  • Não me dê liberdade, me dê foco. O poder da escassez.
  • Quem não tem nada, não tem nada a perder. Pode arriscar tudo.

Internet

  • Internet é apenas uma ferramenta dentro da caixa de ferramentas. Pareceu ainda não ter comprado a ideia de que a internet está mudando e muito a vida das pessoas. E que vai mudar muito ainda. Deu um exemplo de uma campanha só pela internet que não vendeu carros. Mas não disse quando, nem como. Achei estranho. Talvez uma forma de contar que outra agência não entregou e eles sim.

Ideia prima e War Map

  • Procura criar para cada cliente uma “ideia prima”, que posiciona, diferencia a empresa, que desloca a concorrência.
  • Junto entrega um “War Map” com as ações a serem tomadas.
  • Gostei desses dois conceitos, mas deve ser difícil que isso funciona na prática mesmo. Um dos clientes deles é a TIM. Mesmo com um war map e uma ideia prima, me parece que é uma empresa, n oserviço, atendimento, etc, muito parecida com a Claro e Vivo.

Empreendendo:

  • Fundou a Neogama em 99-00, em plena desvalorização cambial.
  • Qual o valor de uma agência quando a economia pára? Muito pouco. Mas decidiu ir em frente: pau na máquina.
  • Há uma grande diferença entre o bravo e o corajoso. O bravo é aquele que enfrenta, sem saber o tamanho da encrenca. O corajoso é aquele que calcula, avalia, conhece, e mesmo assim enfrenta o problema. Gostei muito dessa parte, e vi que muitas vezes sou mais bravo do que corajoso, que é mais difícil (e mais eficiente). :-)
  • O Brasil é uma montanha russa. O brasileiro bom é aquele que entende isso, e entra nesse jogo, aproveita, aprende e ganha. É aquele que compra o ingresso da montanha russa.
  • Nosso primeiro posicionamento foi: tirar o máximo do mínimo. Dar resultado.

Sobre sucesso, fracasso e persistência:

  • Nenhum fracasso determina seu destino. Não acaba com você. Sabendo disso fica mais fácil passar por cima dos erros.
  • O medo do fracasso muitas vezes é o medo do julgamento dos outros.
  • No início, pensava com freqência: “hoje vão me desmascarar… hoje vão descobrir que não sou genial…” :-)
  • Vencer não é o contrário de perder, mas de desistir.
  • Sucesso é fazer o que te dá muito prazer e você faz muito bem. Não fiquei muito rico, apenas me casei uma vez só. Uma piada com o Loducca, que parece ter várias ex-mulheres (que são para sempre, como me disse um amigo certa vez).
  • Se programou para cada etapa de sua carreira. E isso ajudou.
  • Acredito no talento, mas é preciso suar. O cérebro, o talento é como um músculo, que precisa ser exercitado, para melhorar.
  • Quando você não desiste, o mundo desiste de você. Daí vem o sucesso.
  • Tem gente que tem medo de mostrar seu trabalho. Quem não tem esse medo, chega mais longe.
  • Quero fazer coisas grandes. Porque posso. E porque devo.

Sustentabilidade:

  • Lucro é a mola do capitalismo. A sustentabilidade precisa se estabelecer usando o lucro como mola, como impulsionador.
  • Falou várias vezes sobre sustentabilidade, sobre seu interesse nessa área. Parecia até que iria montar uma nova empresa. Que iria se tornar um empreendedor social, ou algo do gênero.
  • Mas achei que ele estava equivocado, que ainda não entendeu o conceito. Deu um exemplo do “bolsa floresta”, onde um amazonida recebe um bolsa família se preservar a floresta de sua pequena propriedade.

Agência como empresa:

  • Nas perguntas, fui o primeiro, e mandei: “como você faz para separar e reforçar sua imagem pessoal e de sua empresa, e para que um ajude o outro?”
  • Com base na resposta, penso que a agência dele parece ser mais um “gênio com mil ajudantes” do que um “exército de generais”, para usar uma expressão do Jim Collins.

Meus comentários

  • Extremamente criativo e bem sucedido, mas focado em criar sua empresa, com seu nome. A empresa parece ser uma forma de ampliar a pessoa, o brilhe dele (que é grande).
  • Falou muito sobre sustentabilidade, mas me pareceu compreender pouco profundamente o tema, que exige uma mudança estrutural nos negócios, exige um foco no longo prazo, exige muitas vezes mudanças que vão contra as fontes atuais de lucro da empresa. Sustentabilidade é muito mais do que uma campanha, ou do que fazer tudo em papel reciclado.
  • O que mais gostei: persistência, acreditar em si mesmo, planejamento, talento + suor. Quem vai longe não tem medo de parecer bom.

Meu sócio, Marcelo Carvalho, também está fazendo o curso e escreveu um post com as impressões dele. Interessante que optei por ler só depois de escrever a minha, e ficou bem diferente o formato, mas com vários pontos em comum.

Vou participar da Inc 500 Conference, nos EUA, em setembro

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Inc500-5000B

Resolvi participar da conferência INC 500 em setembro nos EUA. Esse evento é organizado pela Inc, a revista de negócios que mais gosto. É dedicada a pequenas empresas, a empreendedores e me ajuda muito a ter ideias e inspiração nos negócios. Acabei de ouvir também o audiobook The Knack, escrito por um colunista e um editor da revista. O livro é excelente. A conferência acontece no final de setembro e já tem um time de palestrantes confirmados de primeira linha.

Ir nesse evento faz parte do meu plano anual de atualização e treinamento. Esse plano é composto por três partes: leituras, conversas e 2 seminários “top” por ano (o primeiro foi o Web 2.0 Expo).

Veja alguns dos palestrantes confirmados, que considero excelentes:

  • Norm Brodsky: serial entrepreneur, Inc. columnist, and co-author of The Knack
  • Bo Burlingham: Inc. editor-at-large, author of Small Giants, and co-author of The Knack
  • Jim Collins: Co-author of Built to Last, and author of Good to Great and How the Mighty Fall
  • Tony Hsieh: CEO of Zappos.com
  • Jeffrey Kalmikoff: co-founder of Threadless
  • David Neeleman: founder of JetBlue
  • Joel Spolsky: Inc. columnist and founder of FogCreek Software

Todos esses caras têm negócios bacanas e escrevem coisas muito úteis para meus negócios, para ter ideias, para olhar de forma diferente para o que faço.

Estou planejando fazer uma espécie de cobertura do evento, usando twitter e o blog, caprichando mais que na #w2e. Eu estou pensando em ir por conta própria, mas a BizRevolution está organizando um grupo de brasileiros para ir no evento.

E você, quer ir também?

37Signals fala sobre simplicidade nos negócios

cavalos

Muito bom o post da 37Signals sobre simplicidade nos negócios. Gostei muito.

Veja essa parte:

I remember the tail end of our time as a web design company. When we started we did 20 page proposals. I remember pulling all nighters getting a proposal ready. Pages and pages of stuff. What a waste of time.

Towards the end we were doing one page proposals. It didn’t seem to matter. We were going to get the job or we weren’t. Over six years I never saw a connection between length and detail of proposal and winning a job.

Eu também acho que o ideal é uma proposta bem curta, uma página. Mas como fazer, na prática? Eu tenho dificuldades. As minhas ficam com 2-3 páginas, as vezes com 4. O ponto positivo é que eu sempre olho para a proposta e me pergunto: O que tem de bla-bla-bla que eu posso cortar?

Sou cada dia mais fã desses caras. O difícil é conseguir trabalhar como eles.:-)

Lembre-se de quando você era criança

Lembre-se de quando você era criança. Um ótimo (e curto) vídeo que reforça o que é ser empreendedor. E relembra que qualquer um, inclusive você, pode empreender.

Vale os dois minutos. A dica foi do Fábio Seixas.

10 dicas para criar novos hábitos

Achei um blog interessante hoje a noite, com o nome “Good life Zen“. Um dos posts que li, dá dicas de como criar novos hábitos, sem disciplina. Esse sempre foi um dos meus maiores problemas, em especial em relação a gestão do tempo.

Veja as 10 dicas. Gostei de todas e acho que complementa muito bem o post sobre trabalhar com alta eficiência, que estou colocando em prática essa semana.

  1. Perceba que esse novo hábito tem valor, para você
  2. Torne sua meta tangível, objetiva
  3. Marque uma data, fica mais fácil acompanhar e saber se está indo bem, ou não
  4. Desenha e estabeleça um ritual
  5. Nesse ritual, use todos os sentidos (música, bebida como chá ou café, etc)
  6. Fale para você mesmo, você pode se convencer pela sua voz
  7. Estude e entenda mais sobre o que deseja se tornar
  8. Encontre parceiros. Como nos esportes, sempre é mais fácil praticar, quando você tem um grupo
  9. Anote e visualize seu progresso diariamente
  10. Escreva um diário, um log do seu progresso

Achei muito interessante e acho que vai me ajudar a ser mais produtivo. Essa semana já tem sido muito melhor.

Escrevendo aqui, me lembrei do livro do Christian Brabosa, onde ele fala de duas coisas muito interessantes.

Primeiro são as metas SMART (específica, mensurável, alcançável, relevante e temporal). E a outra é a operação “shut down”, onde ele conta como se prepara para entrar em estado de profunda concentração, e produtividade.

Aproveite a vida!