Leo Kuba e eu estamos lançando um videopodcast mensal sobre negócios, empreendedorismo, internet e vida digital (seja lá o que isso for rs..). A ideia surgiu numa cnversa com o Leo, ele me convidou e eu topei na hora. O vídeo acima é o episódio #000. Assista e de sua opinião.
Nas gravações ainda não sabíamos o nome que o programa iria ter. Falamos de muitas coisas, demos risadas, falamos bobagens. Foi bem divertido. E falamos de muitas coisas que acreditamos também. Leia mais

Li matérias nas duas revistas que mais gosto, The Economist e INC, sobre o mesmo tema: as mudanças que um novo tipo de tecnologia podem trazer para nossas vidas, num futuro próximo: impressoras 3D. Já existem e são cada vez mais baratas. A quem diz que em pouco tempo teremos uma impressora de coisas em casa, assim como temos uma jato de tinta ligada ao computador.
O que essas impressoras fazem? Tornam muito mais fácil você criar um produto único, com seu design, e produzi-lo mesmo. Talvez daqui um tempo será tão fácil vender uma mesa desenhada por você, como é hoje vender uma música em MP3, ou usando o iTunes.
Algumas tendênciass relacionadas a essa novidade:
- Maior proximidade do designer e do cliente final.
- produção distribuída, customização ou individualização em massa.
- Facilidade de você se tornar um produtor, e não apenas mais consumidor.
- Estímulo a negócios pequenos, segmentados, especializados.
- Customização da sua casa, do seu escritório, num nível nunca visto. Você não vai mais precisar comprar uma escrivanhinha igual a de todo mundo na TokStok.
- Aceleração da tendência de se buscar comprar de quem conhecemos, confiamos e somos próximos (mesmo que virtualmente).
- Diminuição da barreira entre empresas com enormes fábricas e artesãos digitais.
- Aumento das ofertas de produtos que atendam ao mercado “faça você mesmo”, ou DIY, como é chamado nos EUA, que tem entusiastas como Tim O’Reilly (que sou fã).
Achei interessante também porque é uma evolução do que acontece nos negócios “digitais”, como música, jornalismo, e agora livros. A revolução que estamos passando no mundo da música inicialmente pode acontecer, em diversos graus, com produtos totalmente físicos.
A matéria da INC inclusive cita que um dos motivos do sucesso da Threadless nos EUA (e Camiseteria no Brasil) – você pode criar um produto.
A revista The Economist fala de impressoras 3D cada vez mais baratas e cada vez mais capazes. Em pouco tempo você poderá imprimir um celular, por exemplo. Hoje você pode imprimir um rack para vinhos, feito de madeira, ou um colar de couro, todo recortado, estiloso e único.

A INC fala muito sobre uma empresa da Nova Zelândia, chamada Ponoko, que fornece a rede e site (pense no iTunes da Apple para música, ou o site da Amazon para venda de livros do Kindle) e aluga as impressoras laser 3D, por minuto. Se você é um designer, faz o upload do arquivo e coloca para vender. Só é produzido depois de vendido. Já tem alguns designers ganhando a vida (barata) assim.
Eu achei muito bacana, e serve como um alerta e um estímulo para pensarmos nos nossos negócios e nas mudanças que a tecnologia ainda vão nos trazer. Hoje a grande estratégia é terceirizar sua produção para a China, em larga escala. Amanhã poderá ser produzir algo totalmente personalizado, “impresso” aqui em Piracicaba, comprado por mim, de um designer no interior de Angola.
Me lembrei também de uma entrevista de um alto executivo das Havainas, que perguntado se não era muito caro fazer tantas personalizações das sandálias, ele respondeu “caro é o que não vende”. Talvez ainda vamos ver personalização em outro nível: o individual.
É a atomização do Made in China, espalhando por dezenas de milhares de lugares do mundo. Podemos achar loucura hoje, mas será que não é a mesma loucura que Henry Ford achou quando sugeriram que ele produzisse carros em outras cores, que não preto, mas um pouco mais caros?
Para ir além:
- matéria The Economist
- matéria revista INC
- site da empresa Ponoko
Veja foto da festa de encerramento e entrega de troféus das 500 e 5000 empresas dos EUA que mais cresceram nos últimos 3 anos.
A vencedora teve crescimento de incríveis 19.000% em 3 anos. Isso mesmo, aumentou o faturamento em 190 vezes em 36 meses. Não se é lucrativa, mas que o número impressiona, impressiona.
Boa noite, de Washington, DC, EUA.

Meu amigo Leo Kuba escreveu um curto e excelente post resumindo 10 lições que ele aprendeu na vida sobre empreender. Eu gostei muito do texto dele, concordei com todos os pontos. Abaixo eu listo os pontos, sem copiar as lições dele (para que você visite o blog dele e conheça mais).
- Convicção
- Perfil x Valores
- Aprendizado Horizontal
- Persistência
- Vocação
- Cuidado com produtos muito inovadores
- Acelere!
- Networking do bem
- Negócios paralelos x Foco
- Aconselhamento tributário e jurídico
Acho que ele acertou em cheio, colocando pontos sobre perfil pessoal, atitudes e dicas práticas fundamentais. Se você gostou dessa lista, também vai gostar da lista de 30 dicas para montar uma empresa do Edu Carvalho.
Uma das coisas que procuro fazer todos os dias é aprender alguma coisa nova (e relembrar boas que já sabia/aprendi). Hoje fiz isso de diversas formas.
Para ir além: @leokuba e @eduacarvalho. Divirta-se e bons negócios! :-)

Assisti na semana passada a primeira aula do curso Grandes Publicitários, na Casa do Saber, com Alexandre Gama, da agência Neogama. O organizador do curso e entrevistador é o também publicitário Celso Loducca, da Loducca. Escrevi um rápido post com meus motivos para fazer esse curso.
Fiz uma série de anotações em mapas mentais rascunhos, que é a maneira que mais gosto de escrever em reuniões e palestras. Escrevo para me lembrar depois e escrevo para me lembrar na hora. Acredito que penso melhor, presto mais atenção e capto mais os pontos importantes quando anoto.
Abaixo, Alexandre Gama, por ele mesmo, com meus pitacos.
Estilo pessoal:
- Sou tímido, competitivo e curioso.
- Sou mais injusto comigo mesmo, do que com os outros.
- Aos 17 anos, praticava 6h por dia de violão.
- Muito medo de ter o rabo preso. De dever favores, de poderem jogar na minha cara. Minha ética vem mais do medo.
- Sou cada vez mais impermeável ao que os outros acham de mim.
- Quero ser o melhor em cada função que faço.
- Não sou o líder ideal. Sei que não dou muita direção. Não fico em cima. E não dou conforto.
- Se fosse dar um conselho para ele mesmo, quando mais jovem: “pega mais leve…” Não colou, pelo menos para mim.
- Quero ser o “ghost in the machine”, que muda as coisas, por dentro, sem que a máquina perceba.

Agências:
- A coisa mais difícil é entrar em uma agência, a segunda é ficar. :-)
- Uma “grande mentira é: entre na função que der, depois, lá dentro, você muda”.
- Prêmio é uma escada que te ajuda no começo, mas não é tudo.
- Nas perguntas contou a história do garoto que foi na agência e gravou um vídeo dizendo “eu quero trabalhar aqui..” e com isso ganhou um estágio lá. Disse: foi um bom comercial de de 30″, chamou a atenção, agora precisa provar que é um bom produto.
Publicidade:
- Sobre o poder (maléfico) da publicidade: é apenas uma ferramenta. Quem deve levar a culpa, a mão que usa, ou a ferramenta que é usada?
- Nossa sociedade é de consumo. Tudo é baseado no consumo. A publicidade é uma parte disso. É preciso criticar, discutir a sociedade, daí passar pela publicidade. E não o inverso.
- “Não faço publicidade, eu tenho ideias”. Eu achei meio batido.
- O Bradesco apareceu muito mais quando focou num tema só (Banco do Plantea), gastando a mesma coisa.
Dicas sobre carreira, para publicitários:
- Pouca gente dá valor ao texto. Escrever bem é pensar bem.
- Bom redator é um bom planejador.
- Para escrever melhor é preciso ler melhor (e mais) e escrever mais.
- Não me dê liberdade, me dê foco. O poder da escassez.
- Quem não tem nada, não tem nada a perder. Pode arriscar tudo.
Internet
- Internet é apenas uma ferramenta dentro da caixa de ferramentas. Pareceu ainda não ter comprado a ideia de que a internet está mudando e muito a vida das pessoas. E que vai mudar muito ainda. Deu um exemplo de uma campanha só pela internet que não vendeu carros. Mas não disse quando, nem como. Achei estranho. Talvez uma forma de contar que outra agência não entregou e eles sim.
Ideia prima e War Map
- Procura criar para cada cliente uma “ideia prima”, que posiciona, diferencia a empresa, que desloca a concorrência.
- Junto entrega um “War Map” com as ações a serem tomadas.
- Gostei desses dois conceitos, mas deve ser difícil que isso funciona na prática mesmo. Um dos clientes deles é a TIM. Mesmo com um war map e uma ideia prima, me parece que é uma empresa, n oserviço, atendimento, etc, muito parecida com a Claro e Vivo.
Empreendendo:
- Fundou a Neogama em 99-00, em plena desvalorização cambial.
- Qual o valor de uma agência quando a economia pára? Muito pouco. Mas decidiu ir em frente: pau na máquina.
- Há uma grande diferença entre o bravo e o corajoso. O bravo é aquele que enfrenta, sem saber o tamanho da encrenca. O corajoso é aquele que calcula, avalia, conhece, e mesmo assim enfrenta o problema. Gostei muito dessa parte, e vi que muitas vezes sou mais bravo do que corajoso, que é mais difícil (e mais eficiente). :-)
- O Brasil é uma montanha russa. O brasileiro bom é aquele que entende isso, e entra nesse jogo, aproveita, aprende e ganha. É aquele que compra o ingresso da montanha russa.
- Nosso primeiro posicionamento foi: tirar o máximo do mínimo. Dar resultado.
Sobre sucesso, fracasso e persistência:
- Nenhum fracasso determina seu destino. Não acaba com você. Sabendo disso fica mais fácil passar por cima dos erros.
- O medo do fracasso muitas vezes é o medo do julgamento dos outros.
- No início, pensava com freqência: “hoje vão me desmascarar… hoje vão descobrir que não sou genial…” :-)
- Vencer não é o contrário de perder, mas de desistir.
- Sucesso é fazer o que te dá muito prazer e você faz muito bem. Não fiquei muito rico, apenas me casei uma vez só. Uma piada com o Loducca, que parece ter várias ex-mulheres (que são para sempre, como me disse um amigo certa vez).
- Se programou para cada etapa de sua carreira. E isso ajudou.
- Acredito no talento, mas é preciso suar. O cérebro, o talento é como um músculo, que precisa ser exercitado, para melhorar.
- Quando você não desiste, o mundo desiste de você. Daí vem o sucesso.
- Tem gente que tem medo de mostrar seu trabalho. Quem não tem esse medo, chega mais longe.
- Quero fazer coisas grandes. Porque posso. E porque devo.
Sustentabilidade:
- Lucro é a mola do capitalismo. A sustentabilidade precisa se estabelecer usando o lucro como mola, como impulsionador.
- Falou várias vezes sobre sustentabilidade, sobre seu interesse nessa área. Parecia até que iria montar uma nova empresa. Que iria se tornar um empreendedor social, ou algo do gênero.
- Mas achei que ele estava equivocado, que ainda não entendeu o conceito. Deu um exemplo do “bolsa floresta”, onde um amazonida recebe um bolsa família se preservar a floresta de sua pequena propriedade.
Agência como empresa:
- Nas perguntas, fui o primeiro, e mandei: “como você faz para separar e reforçar sua imagem pessoal e de sua empresa, e para que um ajude o outro?”
- Com base na resposta, penso que a agência dele parece ser mais um “gênio com mil ajudantes” do que um “exército de generais”, para usar uma expressão do Jim Collins.
Meus comentários
- Extremamente criativo e bem sucedido, mas focado em criar sua empresa, com seu nome. A empresa parece ser uma forma de ampliar a pessoa, o brilhe dele (que é grande).
- Falou muito sobre sustentabilidade, mas me pareceu compreender pouco profundamente o tema, que exige uma mudança estrutural nos negócios, exige um foco no longo prazo, exige muitas vezes mudanças que vão contra as fontes atuais de lucro da empresa. Sustentabilidade é muito mais do que uma campanha, ou do que fazer tudo em papel reciclado.
- O que mais gostei: persistência, acreditar em si mesmo, planejamento, talento + suor. Quem vai longe não tem medo de parecer bom.
Meu sócio, Marcelo Carvalho, também está fazendo o curso e escreveu um post com as impressões dele. Interessante que optei por ler só depois de escrever a minha, e ficou bem diferente o formato, mas com vários pontos em comum.

Resolvi participar da conferência INC 500 em setembro nos EUA. Esse evento é organizado pela Inc, a revista de negócios que mais gosto. É dedicada a pequenas empresas, a empreendedores e me ajuda muito a ter ideias e inspiração nos negócios. Acabei de ouvir também o audiobook The Knack, escrito por um colunista e um editor da revista. O livro é excelente. A conferência acontece no final de setembro e já tem um time de palestrantes confirmados de primeira linha.
Ir nesse evento faz parte do meu plano anual de atualização e treinamento. Esse plano é composto por três partes: leituras, conversas e 2 seminários “top” por ano (o primeiro foi o Web 2.0 Expo).
Veja alguns dos palestrantes confirmados, que considero excelentes:
- Norm Brodsky: serial entrepreneur, Inc. columnist, and co-author of The Knack
- Bo Burlingham: Inc. editor-at-large, author of Small Giants, and co-author of The Knack
- Jim Collins: Co-author of Built to Last, and author of Good to Great and How the Mighty Fall
- Tony Hsieh: CEO of Zappos.com
- Jeffrey Kalmikoff: co-founder of Threadless
- David Neeleman: founder of JetBlue
- Joel Spolsky: Inc. columnist and founder of FogCreek Software
Todos esses caras têm negócios bacanas e escrevem coisas muito úteis para meus negócios, para ter ideias, para olhar de forma diferente para o que faço.
Estou planejando fazer uma espécie de cobertura do evento, usando twitter e o blog, caprichando mais que na #w2e. Eu estou pensando em ir por conta própria, mas a BizRevolution está organizando um grupo de brasileiros para ir no evento.
E você, quer ir também?

Muito bom o post da 37Signals sobre simplicidade nos negócios. Gostei muito.
Veja essa parte:
I remember the tail end of our time as a web design company. When we started we did 20 page proposals. I remember pulling all nighters getting a proposal ready. Pages and pages of stuff. What a waste of time.
Towards the end we were doing one page proposals. It didn’t seem to matter. We were going to get the job or we weren’t. Over six years I never saw a connection between length and detail of proposal and winning a job.
Eu também acho que o ideal é uma proposta bem curta, uma página. Mas como fazer, na prática? Eu tenho dificuldades. As minhas ficam com 2-3 páginas, as vezes com 4. O ponto positivo é que eu sempre olho para a proposta e me pergunto: O que tem de bla-bla-bla que eu posso cortar?
Sou cada dia mais fã desses caras. O difícil é conseguir trabalhar como eles.:-)
Lembre-se de quando você era criança. Um ótimo (e curto) vídeo que reforça o que é ser empreendedor. E relembra que qualquer um, inclusive você, pode empreender.

Acabo de ler um post do blog Think Simple Now, sobre como trabalhar 4 horas por dia e produzir muito. Tem umas dicas interessantes.
O que mais gostei:
- Esforço não é igual a resultado. Não calcule quantas horas você trabalhou, mas o que produziu.
- Marque seu progresso. Anote o que você produziu, entregou. Fica mais fácil comparar e se convencer, quando você tem números concretos.
- Tenha uma lista de metas do dia. E uma lista de metas da semana. Sempre a mão com essas duas listas. Quando terminar a lista do dia, pare de trabalhar.
- Entenda que trabalho é produção e não horas no escritório. Twitter e Facebook não contam. Pesquisas pela web também não contam, na maioria das vezes. :-)
Me lembrei de um dos primeiros conceitos do livro “7 hábitos de pessoas altamente eficazes”, que é: comece com o objetivo em mente. Se você consegue visualizar onde quer chegar, fica mais fácil, pois com certeza terá planejado melhor e provavelmente vai entregar mais.
Outro livro que me lembrei, e é citado no post, é o famoso nos EUA: 4HWW, de Tim Ferris, que recomendo. Sobre produtividade, estilo de venda e empreendedorismo.
Vou tentar aplicar esses conceitos, com o objetivo de passar de 10-11 horas por dia, para 8 horas. Esse esquema de 4 horas, não é para empreendedor. :-)
A dica do post, pelo “share” do Google Reader, foi do Marcos Rezende.
Dica: se você se interessa por gestão do tempo, recomendo o blog Mais Tempo, do Christian Barbosa.

Semana que vem tem um novo Results On Day, dessa vez sobre vendas, organizado pela revista com o mesmo nome, no espaço Gafanhoto. Nesse dia, estarei em Chapecó, SC, participando do Interleite Sul 2009, que a AgriPoint organiza pela primeira vez. Se estivesse em SP, iria com certeza.
Programa
15h00 - Abertura Espaço Gafanhoto/PIX
16h00 - Jonatas Abbott (Dinamize) – Verdades que nunca falei em outras palestras
16h30 – Fátima Milnitzky (Psicóloga) – Desejo e consumo
17h00 – Romero Rodrigues (Buscapé) – Mini-workshop – paradigmas no varejo
17h30 – Marco Gomes (boo-box) – Mini-workshop – paradigmas na mídia
18h00 – Breno Masi (Fingertips) – Mini-workshop – Como vender um Jogo da velha
18h30 - Intervalo
19h00 - Luli Radfahrer (Professor ECA-USP) – Barack Obama: de furada a panacéia
19h30 – Fábio Ribeiro (Empreendedor) – Vendendo o Filho
20h00 – Intervalo
20h30 – Ricardo Jordão (Bizrevolution) – O novo vendedor quebra tudo!
21h00 – Coquetel de encerramento
Aproveite. É grátis. Bob e equipe, boa sorte! Eu fui no ano passado e gostei.

Juliano Spyer organizou um livro muito bacana sobre internet com o sugestivo título “Para entender a internet”. E ele o fez da maneira mais internet possível. Convidou dezenas de pessoas para escreverem cada um um capítulo e postou tudo na web, em um blog.
Agora todo mundo pode comentar, participar, interagir, e quem sabe depois eles lançam uma segunda versão, impressa, já melhorada, incluindo os pontos que todos que leram e comentaram, que podem ajudar a tornar o livro ainda melhor.
O livro pode ser baixado aqui, gratuitamente.
É uma iniciativa ainda mais ousada e bacana que a já interessante ideia de fazer um beta teste do seu livro, pelo Ricardo Cavallini.
Para saber mais, acesse o blog do livro e do Juliano Spyer.
Gostei muito e vou ler o livro o mais rápido possível. Uma das coisas legais que o @jasper (esse é o nome do Juliano no Twitter) disse quando anunciou o lançamento foi que lançar esse livro mostrou para ele como é fácil e rápido fazer coisas bacanas pela internet hoje, com qualidade.
Inspirador. Aproveite essa ideia a sua (melhor) maneira.
Daqui três semanas irei participar da Web 2.0 Expo em São Francisco, na Califórnia. Faz parte do meu plano de participar pelo menos duas vezes por ano de algum evento especial.
Estou muito animado, pois acredito que aprenderei muito coisa nova, conhecerei gente interessante e inteligente. Espero voltar com muitas ideias novas e com muito gás para fazer acontecer aqui no Brasil.
Para melhorar ainda mais, fui convidado a participar como blogueiro oficial, com uma série de benefícios adicionais a entrada gratuita na feira e no seminário.
Aproveito para colocar algumas informações sobre o evento.
Se você estiver planejando participar, me avise, que devo receber ainda essa semana as informações para pessoas que desejem se inscrever (terei um código com desconto). Ainda não confirmaram, mas devo ganhar uma outra inscrição gratuita, para distribuir aqui no blog. Se rolar mesmo, já estou pensando em formas de sortear/presentear alguém com isso.
Alguns links para quem está interessado:
Blog oficial Web 2.0 Expo. No Twitter, no Facebook, no Flickr, no Blip.tv (para assistir os vídeos das palestras) e a newsletter para quem quiser assinar.
O evento Web 2.0 é realizado em NY e SF. O de março acontece em San Francisco. A página oficial é www.web2expo.com/sf. Para se registrar, acesse online registration.
Sobre a Web 2.0 Expo
Uma feira e seminário que acontece duas vezes ao ano, com foco em quem está fazendo a nova internet: programadores, designers, marketeiros, empreendedores, etc. É uma iniciativa da O’Reilly Media e TechWeb.
Update
Para se inscrever com 30% de desconto, use o código websf09trt13 ao se inscrever online.
Muito boa essa curta apresentação que achei hoje no Slideshare, por acaso. O Ricardo também gostou.
- Faça o que você ama, Chris Wanstrath
- Você recebe o mesmo que entrega, Fred Wilson
- Nós somos guiados pelo cliente, Charles Brewer
- Resolva um pequeno problema seu, Seth Godin
- Babe Ruth teve apenas um home-run, Steve Jobs
- Gerar receita é um poderoso motivador, David Rudolph
- O que é medido, é administrado, Peter Drucker
- Seja tão bom a ponto de não poderem te ignorar, Steve Martin
- Olhe no espelho, Paul Graham
- Você não pode se divorciar de quem investe em você, Alan Taetle
- A diferença entre sucesso e fracasso é a capacidade de se adaptar, Jack Bauer
- Continue indo em frente, Walt Disney
Gostei e acredito muito nas frases 1, 2, 4,7 e 11. Quais são as suas?
Me lembrei da lista de 30 dicas do Eduardo Carvalho.

















