
Acabo de ler um post do blog Think Simple Now, sobre como trabalhar 4 horas por dia e produzir muito. Tem umas dicas interessantes.
O que mais gostei:
- Esforço não é igual a resultado. Não calcule quantas horas você trabalhou, mas o que produziu.
- Marque seu progresso. Anote o que você produziu, entregou. Fica mais fácil comparar e se convencer, quando você tem números concretos.
- Tenha uma lista de metas do dia. E uma lista de metas da semana. Sempre a mão com essas duas listas. Quando terminar a lista do dia, pare de trabalhar.
- Entenda que trabalho é produção e não horas no escritório. Twitter e Facebook não contam. Pesquisas pela web também não contam, na maioria das vezes. :-)
Me lembrei de um dos primeiros conceitos do livro “7 hábitos de pessoas altamente eficazes”, que é: comece com o objetivo em mente. Se você consegue visualizar onde quer chegar, fica mais fácil, pois com certeza terá planejado melhor e provavelmente vai entregar mais.
Outro livro que me lembrei, e é citado no post, é o famoso nos EUA: 4HWW, de Tim Ferris, que recomendo. Sobre produtividade, estilo de venda e empreendedorismo.
Vou tentar aplicar esses conceitos, com o objetivo de passar de 10-11 horas por dia, para 8 horas. Esse esquema de 4 horas, não é para empreendedor. :-)
A dica do post, pelo “share” do Google Reader, foi do Marcos Rezende.
Dica: se você se interessa por gestão do tempo, recomendo o blog Mais Tempo, do Christian Barbosa.

Semana que vem tem um novo Results On Day, dessa vez sobre vendas, organizado pela revista com o mesmo nome, no espaço Gafanhoto. Nesse dia, estarei em Chapecó, SC, participando do Interleite Sul 2009, que a AgriPoint organiza pela primeira vez. Se estivesse em SP, iria com certeza.
Programa
15h00 - Abertura Espaço Gafanhoto/PIX
16h00 - Jonatas Abbott (Dinamize) – Verdades que nunca falei em outras palestras
16h30 – Fátima Milnitzky (Psicóloga) – Desejo e consumo
17h00 – Romero Rodrigues (Buscapé) – Mini-workshop – paradigmas no varejo
17h30 – Marco Gomes (boo-box) – Mini-workshop – paradigmas na mídia
18h00 – Breno Masi (Fingertips) – Mini-workshop – Como vender um Jogo da velha
18h30 - Intervalo
19h00 - Luli Radfahrer (Professor ECA-USP) – Barack Obama: de furada a panacéia
19h30 – Fábio Ribeiro (Empreendedor) – Vendendo o Filho
20h00 – Intervalo
20h30 – Ricardo Jordão (Bizrevolution) – O novo vendedor quebra tudo!
21h00 – Coquetel de encerramento
Aproveite. É grátis. Bob e equipe, boa sorte! Eu fui no ano passado e gostei.

Juliano Spyer organizou um livro muito bacana sobre internet com o sugestivo título “Para entender a internet”. E ele o fez da maneira mais internet possível. Convidou dezenas de pessoas para escreverem cada um um capítulo e postou tudo na web, em um blog.
Agora todo mundo pode comentar, participar, interagir, e quem sabe depois eles lançam uma segunda versão, impressa, já melhorada, incluindo os pontos que todos que leram e comentaram, que podem ajudar a tornar o livro ainda melhor.
O livro pode ser baixado aqui, gratuitamente.
É uma iniciativa ainda mais ousada e bacana que a já interessante ideia de fazer um beta teste do seu livro, pelo Ricardo Cavallini.
Para saber mais, acesse o blog do livro e do Juliano Spyer.
Gostei muito e vou ler o livro o mais rápido possível. Uma das coisas legais que o @jasper (esse é o nome do Juliano no Twitter) disse quando anunciou o lançamento foi que lançar esse livro mostrou para ele como é fácil e rápido fazer coisas bacanas pela internet hoje, com qualidade.
Inspirador. Aproveite essa ideia a sua (melhor) maneira.
Daqui três semanas irei participar da Web 2.0 Expo em São Francisco, na Califórnia. Faz parte do meu plano de participar pelo menos duas vezes por ano de algum evento especial.
Estou muito animado, pois acredito que aprenderei muito coisa nova, conhecerei gente interessante e inteligente. Espero voltar com muitas ideias novas e com muito gás para fazer acontecer aqui no Brasil.
Para melhorar ainda mais, fui convidado a participar como blogueiro oficial, com uma série de benefícios adicionais a entrada gratuita na feira e no seminário.
Aproveito para colocar algumas informações sobre o evento.
Se você estiver planejando participar, me avise, que devo receber ainda essa semana as informações para pessoas que desejem se inscrever (terei um código com desconto). Ainda não confirmaram, mas devo ganhar uma outra inscrição gratuita, para distribuir aqui no blog. Se rolar mesmo, já estou pensando em formas de sortear/presentear alguém com isso.
Alguns links para quem está interessado:
Blog oficial Web 2.0 Expo. No Twitter, no Facebook, no Flickr, no Blip.tv (para assistir os vídeos das palestras) e a newsletter para quem quiser assinar.
O evento Web 2.0 é realizado em NY e SF. O de março acontece em San Francisco. A página oficial é www.web2expo.com/sf. Para se registrar, acesse online registration.
Sobre a Web 2.0 Expo
Uma feira e seminário que acontece duas vezes ao ano, com foco em quem está fazendo a nova internet: programadores, designers, marketeiros, empreendedores, etc. É uma iniciativa da O’Reilly Media e TechWeb.
Update
Para se inscrever com 30% de desconto, use o código websf09trt13 ao se inscrever online.
Muito boa essa curta apresentação que achei hoje no Slideshare, por acaso. O Ricardo também gostou.
- Faça o que você ama, Chris Wanstrath
- Você recebe o mesmo que entrega, Fred Wilson
- Nós somos guiados pelo cliente, Charles Brewer
- Resolva um pequeno problema seu, Seth Godin
- Babe Ruth teve apenas um home-run, Steve Jobs
- Gerar receita é um poderoso motivador, David Rudolph
- O que é medido, é administrado, Peter Drucker
- Seja tão bom a ponto de não poderem te ignorar, Steve Martin
- Olhe no espelho, Paul Graham
- Você não pode se divorciar de quem investe em você, Alan Taetle
- A diferença entre sucesso e fracasso é a capacidade de se adaptar, Jack Bauer
- Continue indo em frente, Walt Disney
Gostei e acredito muito nas frases 1, 2, 4,7 e 11. Quais são as suas?
Me lembrei da lista de 30 dicas do Eduardo Carvalho.

O site ChangeThis fez uma pesquisa com seus leitores e obteve 1.400 respostas sobre a crise nos EUA.
As perguntas foram:
- Em uma palavra, como você está se sentindo?
- Como isso está te afetando?
- O que você escolheu fazer a respeito
Muito bacana, uma pesquisa pequena, simples, e direcionada a uma turma boa, que lê o excelente site ChangeThis. A imagem que ilustra o post e é o primeiro slide da apresentação abaixo é um resumo a primeira pergunta. Os outros slides são algumas das principais/melhores respostas.
Algumas coisas me marcaram, ressoaram. Tem gente:
- vendo que há oportunidades
- contratando
- bebendo (é sério)
- pensando em abrir um negócio
- sabendo que não dá mais para viver no piloto automático
- trabalhando mais
- escolhendo/revendo o que é mais importante mesmo
- que não sabe o que fazer
- lembrando que o mindset correto é fundamental
- reconectando a antigos amigos/contatos
- buscando satisfação nas coisas simples, gratuitas da vida
- não entrando em pânico e agindo como idiota
- desligando a TV
- entregando mais valor para seus clientes
- escolhendo viver
Revendo essa lista, parece que até que a crise é uma coisa boa, não? Fora a bebida, é claro. :-) Aproveite a crise, no bom sentido.
Recebi essa semana pelo Twitter uma dica curta e muito boa sobre invisible branding, ou branding invisível, pelo Ricardo Jordão. O slide em PDF (imagem acima) mostra as ações de uma empresa que ajudam a contruir uma marca (para o bem ou para o mal).
Gostei muito dessa separação entre visível e invisível e acho que cada vez mais a parte “invisível” tem mais importância. Fiz inclusive uma reflexão de que empresas que ajudem seus clientes a fortalecer essa parte “oculta” terão mais sucesso. E empresas que focarem cada vez mais nisso também terão mais sucesso.
Vejo também que esse slide pode ajudar numa reflexão para aqueles que acham que a propaganda está cada vez com os dias contados. Se você pensar de uma forma mais ampla (mais invisível), verá que há inúmeras oportunidades para sua própria empresa e também para quem presta serviço vendendo oportunidade de comunicação e branding para outras empresas (como eu rs..).
Da lista dos itens invisíveis:
- visão do CEO
- treinamento da equipe
- estratégia de preços
- relacionamento com clientes
- empresa gera real valor para cliente
- forma de trabalho da equipe de vendas
- patrocínio de eventos
- relações públicas (o CEO ajuda muito aqui)
- escolha dos canais de distribuição
Uma lista muito bacana de coisas que até pouco tempo atrás não eram consideradas estratégia de marketing.
Tim Sanders, autor do livro “Amor é a melhor estratégia”, escreveu um post curto e bem interessante sobre como melhorar seu negócio em tempos difíceis.
Ele sugere que você inclua (aumente) uma hora por dia no seu cronograma vendendo. Realmente vendendo, seja pelo telefone, seja pessoalmente. Escute seus clientes (atuais ou antigos), ofereça o que você tem de bom, entenda o que eles estão pensando (e passando).
Uma dica simples (desde que você não trabalhe mais do que 10 horas por dia rs..) e que pode ajudar bastante. Chet Holmes, um dos especialistas em vendas que mais gosto, recomenda que você use pelo menos 4 horas por dia vendendo para clientes novos.
Os EUA hoje estão passando por uma crise muito maior que a brasileira (que por enquanto parece estar apenas nos jornais). Essas dicas para empresas e empreendedores em tempos de crise tem me agradado muito. A única coisa que tenho pensado é que elas funcionam todas em tempos em que não há crise.
Eficiência e exigência altas, foco no lucro, negligência baixa são pontos a serem buscados sempre. Pelo menos nas boas empresas.
Crise em 2009? Nós optamos por não participar. Mas estamos tentando aprender ao máximo com dicas que: aumentem receita ou diminuam custos. :-)
Bons negócios!
PS: Em tempo, esse livro do Tim é um dos livros que mais me influenciou nos últimos anos. Um título que afasta muita gente, meio auto-ajuda, mas que resume muito bem o que acredito nos negócios. O sucesso vem de: fazer o certo, aprender e se relacionar.

Li essa semana um post muito bom sobre o que apaixona empreendedores. Não é o fato de empreender, mas seus clientes e seus produtos. Achei muito interessante.
Ser empreendedor tem uma série de pontos que podem ser considerados negativos, como trabalhar muito, correr riscos, ser pouco (ou nada) recompensado. Ter uma grande chance de fracassar.
Grandes empreendedores têm paixão por seus clientes e pelos produtos que desenvolvem, e não por serem grandes empreendedores.
Um bom lembrete, para esses tempos de crise: esqueça o que você não pode influenciar e ataque os 2% que estão ao seu alcance. Ligue para seus clientes, melhore seu produto.
Pode estar muito mais difícil vender hoje, do que há um ano. Mas você pode estar muito melhor hoje do que há um ano atrás.
Uma frase que li hoje: “Se você não está melhorando, com certeza está piorando”.
Acabo de ler um post muito bom com 10 dicas para uma grande liderança em tempos de crise. Gostei muito e concordei com tudo.
- Trabalhe duro. É sério.
- Demonstre confiança e otimismo. Não significa acreditar em duendes.
- Não esconda a verdade.
- Peça ajuda a todos de sua equipe.
- Não fale mal da sua equipe, empresa, etc. Foque no que vocês podem fazer.
- Não se aproveite do fato do mercado de trabalho estar “comprador”.
- Tempos difíceis são uma oportunidade para mudar e inovar.
- Colabore entre diferentes funções e áreas da empresa.
- Comunicação, comunicação, comunicação.
- Lembre-se: é uma oportunidade de você melhorar.
Me lembrei de três frases muito boas que li recentemente:
- Nos bons momentos ninguém faz as perguntas difíceis, em material sobre a crise do varejo.
- Crise é uma coisa terrível para se desperdiçar, Jim Collins, em palestra no Brasil em 2008.
- Que você viva em tempos interessantes, provérbio chinês.
Acabei de ler um artigo muito interessante sobre como lidar com a crise, sem ser otimista demais ou pessimista em exagero.
…fazer todas essas perguntas o tempo todo pra mim mesmo, tentando ser bastante auto-crítico mas sem virar um pessimista, duro e questionador quanto a existência de oportunidades, realista como o momento pede em projeções e custos, com o cuidado de não matar o negócio e, principalmente, um gestor atento e incansável da montanha-russa das emoções…
Leia o texto na íntegra, acessando o site EmpresaBRASIL.
Gosto muito de ler os artigos do Bob. São curtos e com uma frequência grande me ajudam. Seja com uma idéia, seja como motivação. Seja como um pequeno momento de reflexão. Mais importante do que o que leio, é o que faço com isso.

Acabei de assitir no slideshare uma palestra sobre varejo e a sobre a feira NRF 2009, preparada pelo Luiz Alberto Marinho. Ele escreve para o site Blue Bus há anos e sempre acompanho seus artigos e comentários. É uma das minhas principais referências sobre marketing, brasileiras.
Veja os slides que ele colocou no slideshare, abaixo:
Os principais dados da apresentação:
- As vendas em dezembro caíram 9,8% nos EUA.
- 61% gastam menos em eletrônicos 64% gastam menos em roupas 62% gastam o mesmo ou mais em supermercados.
- 68% comem em casa em lugar de comer fora 50% comemoram ocasiões especiais da família em casa
- 87% trocaram de marca, por outras mais baratas ou marcas próprias do supermercado
- 1/3 trocaram marcas de roupa por marcas próprias de lojas de departamento.
- No 1º semestre de 2008, 49% dos domicílios brasileiros compraram ao menos uma vez um item de marca própria (18 milhões de lares).
Tendências interessantes de se acompanhar, entender e aplicar:
- “Cheap Chic”, exemplo Havaianas.
- Seu produto entrega: refúgio, proteção, simplificação e indulgências?
Frases que te fazem pensar:
- “As pessoas não vão comprar mais coisas. Elas vão tirar mais das coisas que compraram”. Matt Thornhill
- “Hard questions are not made during good times” H. Lee Scott
Como o Varejo está enfrentando a crise?
- Desperdício: Cortar Custos, Diminuir Riscos, Reduzir Tamanho de Lojas.
- Eficiência: Investir no capital humano, Adotar estratégias multicanal, Revisar portfólio de fornecedores.
- Clientes: Melhorar a Experiência de Compra, Investir em Mercados Emergentes e Fortalecer a Marca.
Os que mais gostei:
Indivíduos passarão de espectadores passivos para co-participantes do processo de desenvolvimento de produtos, pontos de venda e da comunicação.
O Grand finale:
“Nós temos somente 2 fontes de vantagem competitiva:
- A capacidade de aprender mais sobre nossos clientes, mais rápido que nossos concorrentes.
- A capacidade de transformar esse conhecimento em ações, mais rápido que nossos concorrentes.”
Jack Welch.
Marinho completa, com a 3ª vantagem: acreditar.

Uma das iniciativas legais da Campus Party é a CP Labs, uma espécie de Techcrunh 40 brasileira. Parabéns ao Mackeenzy do Videolog.
Abaixo notícia do blog Startupi.
Acabei de falar com o Mackeenzy, um dos organizadores do CP Labs e fiquei sabendo que o número de empreendedores inscritos para o CP Labs superou todas as expectativas.
Ao todo foram 45 inscritos dos quais 40 terão oportunidade de se apresentar durante o CP Labs. Isso muda um pouco a programação antes prevista de duas apresentações por dia.
Leia na íntegra: startupi » CP Labs, sucesso total. O link oficial é CP Labs.



















