Posts Tagged ‘humor’

Resenha do livro Ignore Everybody, do @gapingvoid

Li Ignore Everybody ano passado, numa semana de férias em Trancoso. Foi um bom momento de reflexão. Essa semana vou gravar um episódio do Man in the Arena e quero falar sobre ele, por isso finalmente tomei coragem e escrevo a resenha desse ótimo livro do Hugh MacLeod (mais conhecido como @gapingvoid). Leia mais

Sobre vender o produto certo para o cliente certo

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Muito bom esse cartoon do Gapingvoid. Uma maneira muito divertida de te relembrar que você pode estar tentando vender alguma coisa bem improvável de ser comprada.

Nesses casos, o melhor a fazer, não é se esforçar mais, mas mudar o produto e/ou o cliente.

Fácil falar, muito difícil de conseguir fazer. Em especial quando o meteoro que você vende, foi feito por você mesmo.

Como agradar homens e mulheres, a Heineken explica

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Um comercial de TV, para relaxar, mostrando as diferenças entre homens e mulheres. Achei interessante a assinatura final da Heineken: “servindo o planeta”. A dica foi do Marcelo.

Momento Happy hour ! Vamos lá !

PS: Postado as 18:01h, de 22-01-2009. :-)

Open Source Branding, da Agência Click #cparty

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Leia o artigo abaixo, publicado em anúncio de uma página, no jornal Meio&Mensagem dessa semana. Eu achei muito interessante.

Manifesto Open Source Branding

Houve um tempo em que marcas eram nomes, apenas nomes. Os avanços (e recuos) econômicos, a incansável concorrência por mercados, o mix de culturas e povos, acabaram por conferir às marcas um novo e crucial papel: o de transmitir ideias e ideais.

Tantos movimentos fizeram das marcas referências de valores e comportamentos, ícones que têm o poder de capturar e mobilizar a atenção, a afeição e a memória das pessoas.

Marcas ultrapassaram assim as fronteiras da comunicação publicitária, constituindo experiências que podem ser vividas, narradas e compartilhadas por seus consumidores.

Hoje, marcas são conversações amplas, ricas, distribuídas, sobre as quais não há controle rígido – são essencialmente interativas, um tanto caóticas e, inevitavelmente, públicas. Marcas são obras abertas, destinadas a interpretações.

Por isso, perguntamos: será que a história do Linux, que surgiu da apaixonada cooperação entre milhares de entusiastas espalhados pelo planeta, não tem algo a ensinar às marcas? Será que as marcas não têm o que aprender com esse exemplo de engajamento franco e livre? Acreditamos que sim. Acreditamos em Open Source Branding. Uma nova lógica que pede a participação das pessoas – estejam onde estiverem, no tempo que for, do jeito que quiserem.

É aí que entram os meios digitais. Blogs, microblogs, comunidades, comunicadores instantâneos, celulares, formam o habitat natural para esse novo modo de ser da Comunicação Open Source Branding é um novo olhar, uma nova atitude na gestão de marcas.

É assumir que a imagem de marca vai muito além do conteúdo oficial das campanhas. É abrir o coração e ter jogo de cintura para assimilar histórias, sentimentos, opiniões e (re)criações lançadas pelos consumidores. É abrir a marca à inteligência que surge do coletivo.

Achei o texto muito interessante. Achei que eles acertaram de novo. Como ponto extra, acertaram na mosca, trazendo o genial Hugh Mcleod para o Brasil. Na semana que vem, ele fala na Campus Party. O cartoon abaixo, é dele.

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A fonte original é o site da Agência Click.

Como fazer networking: o sarcasmo do Hugh Mcleod

“Você conhece todo mundo? Não, apenas conheço todos que interessam.” mais uma boa tirada do Hugh Mcleod.

Uma frase que dá várias interpretações, mas a minha é de que é uma crítica àqueles que querem ser “legais” com todo mundo, bons de “networking”. Se lembram do aniversário de todo mundo, mas não se interessam pelas pessoas.

Um bom livro sobre o assunto, sobre como fazer networking bem feito, sem ser interesseiro, é “Never eat alone“, do Keith Ferrazzi. O título pode dar uma impressão errada – manual com os 12 passos para ser legal. Mas trata justamente do contrário.

Para ser bom de relacionamento, o ponto principal é se preocupar, se interessar pelos outros. Sem isso, nenhuma técnica funciona. O livro é muito bom, mas está esgotado no Brasil.

Com gente estúpida não dá para discutir

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 |  by  |  bacana  |  Comments Off on Com gente estúpida não dá para discutir

Mais um cartoon fantástico do Hugh Mcleod, sobre como lidar com estúpidos sem ser um. Ele é muito bom no sarcasmo.

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Melhor que isso, só a ironia do Julio, comentando o desenho.

Sobre fazer boas palestras

Olha a figura

Olha a figura

Ouvi essa semana de um amigo que assistiu a uma palestra do Prof Gretz (um dos gurus brasileiros de palestras motivacionais, que mais parecem um teatro, um show), que o essencial para uma boa palestra é:

  • conhecimento
  • bom humor
  • presença de palco

Achei o resumo justo, apesar de muito curto, o que tende a simplificar demais. O que tenho visto é que é muito difícil encontrar os três juntos, em especial 1 com 2-3. E é o que tento fazer.

Em tempo, não espere muito conteúdo da palestra do “Prof.” Gretz. Agora, bom humor e presença de palco, ele tem de sobra.